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Instituto QualiBest pesquisa os jogadores de Pokémon Go

Realizado no Brasil, estudo revela que entre os entrevistados, 13% dos jovens continuam ativos no game

i 5 de outubro de 2016 - 16h53

(Foto: reprodução)

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O Instituto QualiBest, responsável por realizar pesquisas qualitativas e quantitativas no Brasil a fim de estudar comportamentos, preferência e mercados, avaliou os hábitos dos jogadores de Pokémon Go, lançado em julho deste ano. Apesar de o estudo ter sido realizado com 400 jovens brasileiros, de 13 a 17 anos, os de 13 a 14 representaram maior presença no aplicativo.

Entre os entrevistados, 51% alegaram ter tido pelo menos alguma experiência com o jogo e 38% ter brincado pelo menos uma vez, enquanto 13% dos jovens continuam jogando. O acesso ao Pokémon Go permitiu que 46% tivessem mais disposição para praticar exercícios físicos e 42% saíssem mais de casa. Além disso, 69% dos usuários disse passar menos uma hora por dia no game, 20% de uma a três horas e 9% de três a cinco horas.

A pesquisa ainda abordou as controvérsias que o aplicativo traz à tona.  Enquanto 74% dos jogadores afirmam não ter presenciado nenhum evento como acidentes e furtos de celulares, 15% já tropeçaram em algo, 12% esbarraram em alguém e 3% foram assaltados.

O Android é o sistema operacional que mais tem sido usado pelos usuários, com o número de 89%. Os entrevistados também apontaram eventuais melhorias no Pokémon Go como alto consumo de bateria com 29%, plano de dados com 26% e bugs com 24%.