WhatsApp mira ampliação de serviços a empresas

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WhatsApp mira ampliação de serviços a empresas

Brian Acton revelou, em entrevista ao portal Estadão, que companhias terão perfil próprio no aplicativo e que não unirá a rede social ao Messenger


2 de junho de 2017 - 12h09

Nos próximos meses, serviços a pequenas e grandes empresas estarão na mira do WhatsApp, como uma alternativa de gerar receita ao Facebook, seu proprietário. Esta é a promessa feita por Brian Acton, fundador do aplicativo, em entrevista ao portal Estadão, publicada nesta sexta-feira, 2. “No ano que vem, vamos experimentar como cobrar por eles, de forma que o WhatsApp continue relevante para os usuários. A última coisa que quero é inserir qualquer forma de propaganda”, explicou. A companhia de Mark Zuckerberg adquiriu o WhatsApp por USS$ 22 bilhões em 2014 e ainda estuda um modelo de negócios para o aplicativo.

A dinâmica, segundo Brian, é a seguinte: cada empresa possuirá um perfil próprio com informações relevantes ao usuário como cardápio e horário de funcionamento. A partir disto, por meio de geolocalização, os clientes de WhatsApp poderão procurar os restaurantes e lojas mais próximos de sua região. “Estamos trabalhando para que uma empresa não possa falar com um usuário que nunca conversou com ela. Odeio spam e quero trabalhar para evitar isso”, afirmou ao Estadão.

Brian Acton revelou que não quer unir o WhatsApp e o Messenger, também de propriedade do Facebook. “Eles têm usos específicos para o WhatsApp e o Facebook Messenger. O WhatsApp é construído em torno de um número de telefone, enquanto o Messenger usa o perfil do Facebook.”

O profissional ainda contou que, apesar de o brasileiro gostar muito de mensagens de voz, o mercado ainda tem muito espaço para texto. “O texto é silencioso, o que tem suas vantagens, especialmente em ambientes corporativos.” Segundo maior mercado do aplicativo, Brasil recebe o executivo para resolver uma questão jurídica a respeito dos bloqueios judiciais do WhatsApp no País. A audiência pública para discutir esta questão inicia-se nesta sexta e vai até segunda-feira, 5. “Quero mostrar o que podemos e o que não podemos fazer pelo governo e explicar o uso de criptografia”, disse ao portal.

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