YouTube arrecada US$ 15 bi com publicidade em 2019

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YouTube arrecada US$ 15 bi com publicidade em 2019

Pela primeira vez desde quando adquiriu a plataforma, Google divulga dados separados de publicidade obtida com conteúdo de vídeo


4 de fevereiro de 2020 - 12h35

Crédito: reprodução

O YouTube gerou US$ 15,1 bilhões de receitas publicitárias em 2019, de acordo com o relatório divulgado pelo Google referente ao quarto trimestre do ano passado. Boa parte desse valor foi originado com as receitas obtidas com os criadores de conteúdo que produzem para a plataforma.

Nessa segunda-feira, 3, a companhia Alphabet apresentou os resultados financeiros do Google que, no geral, angariou US$ 46 bilhões em receitas no quarto trimestre de 2019 — resultado superior aos US$ 39 bilhões obtidos no mesmo período de 2018.

Foi a primeira vez que o Google divulgou os valores isolados da receita do YouTube desde quando adquiriu a plataforma, em 2006. Os ganhos do YouTube são os primeiros termômetros de avaliação dos novos modelos de negócio por assinatura lançados pela plataforma, como o YouTube Premium (sem anúncios), YouTube Music e YouTube TV. De acordo com o Google, as assinaturas desses serviços renderam um total de US$ 3 bilhões em 2019.

Os valores obtidos com publicidade pelo YouTube cresceram 36% em relação ao ano anterior, de acordo com o Google. “Pagamos a maior parte de nossa receita para nossos criadores de conteúdo”, declarou Ruth Porat, chief financial officer da Alphabet, durante uma conferência telefônica com analistas de Wall Street.

O YouTube divide as receitas publicitárias entre os grandes publishers e os criadores independentes de conteúdo. De acordo com regras da companhia, ficam com o Google 45% do total dos valores investidos em publicidade nos vídeos.

No mundo, os serviços do YouTube Premium já contam com 20 milhões de assinantes, enquanto o YouTube TV soma 2 milhões de assinantes. Nos Estados Unidos, o valor mensal do pacote que contempla o YouTube Premium e o YouTube Music é de US$ 10. Já a YouTube TV tem preço mais alto, por envolver conteúdo de programadores e veículos de TV paga: custa US$ 50 por mês.

“Estamos satisfeitos com o crescimento do YouTube em publicidade e também em assinaturas”, declarou Sundai Pichar, CEO da Alphabet, que assumiu o lugar do cofundador Larry Page no ano passado.

Com informações do Advertising Age

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