O olhar da classe C sobre a beleza
Estudo da plataforma online Minha Vida analisa diferenças no consumo de produtos e informações sobre cosméticos e bem estar entre mulheres de diferentes faixas etárias desse extrato social

Em uma pesquisa realizada com 5.600 pessoas, em outubro de 2016, sobre os canais que elas utilizam para procurar dicas e informações de beleza, o Grupo Minha Vida percebeu diferenças em plataformas ou veículos de acordo com a classe e a faixa etária da entrevistada. Um recorte do estudo analisa especificamente o comportamento da classe C.
A cada 10 entrevistadas da classe C entre a faixa de 35 a 59 anos, sete responderam preferir sites especializados, indicação baseada na busca por respaldo científico. Já as jovens de 18 a 34 anos da mesma classe preferem as dicas provindas de blogs do segmento (60,2%) e celebridades digitais (32,6%), respectivamente.
Quanto a consumir produtos de beleza, os cabeleiros (53%) e dermatologistas (47%) são supremacia entre as fontes de consulta das mulheres mais velhas e a busca de avaliação tende a ser por resenhas em texto. Já entre as mais jovens, na faixa entre 18 e 34 anos, as celebridades (40,4%) são uma das principais fontes de informação para avaliar produtos, logo atrás das amigas próximas (57,1% ).
Em relação ao canal de aquisição de itens de beleza, as lojas físicas, como perfumarias, continuam sendo as preferidas, independentemente da idade. O e-commerce ganha espaço conforme o aumento da classe social e o decréscimo da idade, ou seja, quanto mais jovem e de mais alta renda, maior a adesão às compras online.