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De BK’ a Tasha & Tracie: como o rap se tornou um negócio

BK', Tasha & Tracie, Veigh, Renner e Kenner falam sobre identidade e a relação entre artistas e marcas

i 8 de maio de 2026 - 18h36

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De BK’ a Tasha & Tracie: como o rap se tornou plataforma de negócios

Em entrevista ao Meio & Mensagem, os rappers BK’, Tasha & Tracie e Veigh discutem como o rap brasileiro passou a ocupar um novo espaço dentro da indústria criativa, não apenas como fenômenos culturais, mas também como plataformas de negócio, branding e construção de comunidade.

O avanço aparece nos números do streaming: segundo o Spotify, artistas brasileiros ocuparam 84% do Top 50 diário da plataforma no País em 2024, enquanto os usuários consumiram mais de 25 milhões de horas de música brasileira por dia.

À frente de gravadoras, festivais e marcas próprias, os artistas defendem relações mais horizontais com empresas, com foco em autenticidade, participação criativa e desenvolvimento conjunto de campanhas e produtos.

Do lado das marcas, Renata Altenfelder, CMO da Lojas Renner S.A., e Angelo Nunciarone, de estratégia e branding da Kenner, afirmam que a aproximação com o rap deixou de funcionar apenas como associação de imagem e passou a exigir trocas criativas mais profundas.