Porta dos Fundos estreia programa feminino
Projeto protagonizado por mulheres explora as relações entre mães e filhas e marca o retorno de Clarice ao grupo

Clarice Falcão, Bella Camero e suas mães, Adriana Falcão e Dida Camero, nas gravações de ‘Ela É Pior Que Eu’, novo programa do Porta dos Fundos (Crédito: Zetha Ribeiro)
O Porta dos Fundos estreia, no dia 28 de abril, o programa Ela É Pior Que Eu, formato protagonizado por um elenco inteiramente feminino, o primeiro do tipo na história da produtora. Apresentado por Clarice Falcão e Bella Camero, ao lado de suas mães, o quadro será exibido no canal FAST PortaTV, no Spotify e também no YouTube do grupo.
Ela É Pior Que Eu também marca o retorno de Clarice Falcão ao Porta dos Fundos. A atriz, cantora e humorista participou do lançamento do canal, em 2012, mas despediu-se do grupo no final de 2015 para concentrar-se em sua carreira musical.
“O começo das gravações está sendo muito natural, porque a gente se conhece há muito tempo. Sou amiga da Bella desde que tenho 17 anos e sou amiga da Dida desde então. Ia muito pra casa das duas, já jogamos muito buraco juntas, fomos para muitas festas, e eu teria essas conversas independentemente de estar gravando. A sensação é que a gente esquece que tem câmera e só se diverte mesmo”, conta.
O projeto, sob direção de Bianca Frossard com roteiro de Maria Santos e Joyce Muller, explora as complexidades das relações entre mães e filhas a partir de vivências reais e de diferentes perspectivas geracionais. Cada episódio terá cerca de 40 minutos de conversas que abordam temas como comportamento, afeto, conflitos e identificação entre gerações.
“Sou fascinada por aquelas três. Aceitaria qualquer oportunidade de ficar ouvindo esses fluxos delirantes e brilhantes de pensamento. Vai ser bom não ser a única a presenciar os absurdos que vem da cabeça da minha mãe”, comenta Bella Camero.
No primeiro episódio, a conversa é guiada pela pergunta ‘Você tem vergonha de ter cabeça?’, criada a partir de trocas da Clarice com sua mãe, e abre espaço para reflexões sobre vergonha, exposição e relações familiares.