Droga5 lança guia para inclusão das equipes
Documento reúne recomendações sobre linguagem, interações e condutas em diferentes situações

Droga5 publica Guia Prático de Inclusão (Créditos: Reprodução)
A Droga5 apresenta o Guia Prático de Inclusão, material que organiza diretrizes de diversidade, equidade e inclusão em orientações aplicáveis ao cotidiano das equipes.
O documento reúne recomendações sobre interações e linguagem em diferentes contextos, com capítulos dedicados a temas como pessoas com deficiência e neurodivergentes, pessoas negras e indígenas, comunidade LGBTQIAPN+, pessoas trans, mulheres, mães, pais e cuidadores. Também inclui letramentos básicos e orientações para situações do dia a dia, como reuniões, trocas internas e comunicação entre times.
Segundo Johana Quintana, Head de Cultura e Comunicação da Droga5, a iniciativa surge a partir da necessidade de tornar as práticas de inclusão mais aplicáveis na rotina da agência.
Desenvolvimento e aplicação
O material foi desenvolvido com a participação dos Grupos de Afinidade da agência, em processo conduzido pela área de Cultura e Comunicação. Contribuíram as lideranças dos grupos de Pessoas Negras e Indígenas (Carol Cristine), PCDs e Neurodivergentes (Jorge Rodrigues e Raphael Camillo), Trans (Rosa Luz e Lua Guerreiro), LGBTQIAPN+ (Duda Fortes), Mães (Kiki Ferreira) e Mulheres (Aline Santos).
De acordo com Jorge Rodrigues, Estrategista de Dados na Droga5 e líder do GA de PCDs e Neurodivergentes, o desenvolvimento do guia envolveu a organização de diferentes recortes e experiências em um formato acessível para aplicação no dia a dia.
Além do processo colaborativo, o projeto envolveu etapas de pesquisa, revisão e alinhamento entre áreas.
Segundo a Droga5, o guia foi estruturado como um material vivo, com possibilidade de atualização contínua, e deve ser compartilhado com parceiros, clientes e outras agências.
Na implementação, a empresa prevê comunicação interna recorrente para estimular o uso do material no cotidiano das equipes. A mensuração de impacto é realizada a partir do acompanhamento das interações e do diálogo com os grupos de afinidade.
“Queremos que as pessoas usem, copiem e contribuam. A mudança que buscamos não é interna, é estrutural”, afirma Johana Quintana.
