Charter conclui compra da Time Warner Cable

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Charter conclui compra da Time Warner Cable

Aquisição, avaliada em US$ 40 bilhões, deve unificar marca com o nome da proprietária


19 de maio de 2016 - 11h51

Do Advertising Age

A Charter Communications fechou a aquisição da Time Warner Cable (TWC) na quarta-feira, 18, por US$ 55,1 bilhões. O negócio foi concluído um ano após seu anúncio e dois desde que a operadora de TV por assinatura, internet e telefonia fez uma oferta pública por seus ativos.

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Uma das decisões mais importantes na transação é, no entanto, a remoção gradual da marca Time Warner Cable, segundo o porta-voz Alex Dudley. A ação de rebranding inclui a Bright House Networks LLC, companhia adquirida ano passado por US$ 10,4 bilhões. “Os consumidores dessas empresas não verão nenhuma mudança imediata. A empresa se chamará Charter e seus produtos e serviços serão vendidos dentro do ‘espectro’ da marca”, comunicou Alex, em um e-mail.

Além do negócio envolvendo a aquisição, o processo lida com a mudança de nome de uma empresa que tem os índices mais altos de reclamação de clientes segundo a American Customer Satisfaction Index (ACSI), que mede esse índice para mais de 43 indústrisas. O indicador da TWC foi de 51, na escala de zero a cem, empatando por pouco com a Mediacom Comunications como as piores qualificadas entre companhias de todas as indústrias.

Com as aquisições da TWC e da Bright House, a Charter se torna a segunda maior operadora dos Estados Unidos, atrás somente da Comcast

Por outro lado, em 2015 foi a primeira vez nos últimos nove anos em que a TWC teve crescimento no número de assinantes, acrescentando 32 mil clientes de TV e um milhão de banda larga. O fornecimento de internet da operadora também melhorou após ter as piores avaliações do setor no ano retrasado.

Com as aquisições da TWC e da Bright House, a Charter se torna a segunda maior operadora dos Estados Unidos, atrás somente da Comcast. São cerca de 16 milhões de novos consumidores da primeira, oriundos de mercados como Nova York, Los Angeles e Dallas, e cerca de 2,5 milhões da segunda, de estados como Flórida, Alabama e Indiana.

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