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Como os brasileiros reagiram à nova camisa da seleção

Pesquisa da Timelens revela rejeição, com críticas ao design, posicionamento e à desconexão com o torcedor

i 1 de abril de 2026 - 17h24

(Crédito: Reprodução/Instagram)

(Crédito: Reprodução/Instagram)

A análise da Timelens revela que o lançamento das novas camisas da Seleção Brasileira, da Nike, dominou as conversas digitais nos últimos dias. Porém, o destaque foram os comentários negativos.

Entre os dias 1 e 26 de março de 2026, 72,4% das 119.193 menções apresentaram reprovação aos uniformes e ao slogan “Vai Brasa”. Apenas 12,2% do público manifestou opiniões positivas em um universo de 55 milhões de impressões. A falta de representatividade no design motivou 38,3% das queixas dos internautas.

Além disso, a politização e o preço elevado dos produtos impulsionaram os debates fervorosos nas redes. Cerca de 89% dos usuários consideraram os valores cobrados excessivos. O fenômeno digital superou o volume de conversas de grandes sucessos do cinema, como o filme Avatar.

Na segunda semana de março, o assunto registrou uma alta explosiva de 2.579,3% em visualizações devido aos algoritmos.

Nesse sentido, a camisa amarela concentrou 76,6% das menções totais após o lançamento sob o conceito “Alegria que Apavora”. O modelo azul também gerou polêmica com teorias sobre imagens ocultas em seus padrões naturais. O slogan “Vai Brasa” amargou 71,7% de rejeição e obteve apenas 1% de aceitação positiva. Os torcedores classificaram a escolha como desconectada da realidade nacional.

Por fim, o estudo monitorou notícias, fóruns e redes sociais brasileiras durante todo o período de lançamento. O pico de engajamento ocorreu nos dias 23 e 24 de março, com quase 64 mil menções em 48 horas. Cerca de 6,1% das discussões abordaram temas inusitados como teorias conspiratórias. A pesquisa consolida a reação crítica da audiência digital diante da nova identidade visual da Seleção.