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Brasil Econômico prioriza digital

Grupo Ejesa cancela opção de assinatura da versão impressa por meio do site, mas nega fim da operação em papel

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21 de novembro de 2012 - 6h12

*Colaborou Bárbara Sacchitiello

O Brasil Econômico já não oferece mais assinatura de sua versão impressa por meio do sistema de e-commerce, ainda que mantenha a oferta dos jornais O Dia e Meia Hora, outros títulos do Grupo Ejesa. A opção de assinatura da versão impressa está disponível apenas por meio do atendimento telefônico. O encerramento da venda de assinaturas pelo e-commerce coincide com comunicado distribuído aos colaboradores do jornal de que eles não receberiam mais o jornal impresso como cortesia desde a segunda-feira 19. A partir de então, os funcionários podem acessar o conteúdo apenas na versão online.

Há também diferença de preços de assinatura nas duas versões: enquanto o conteúdo digital custa R$ 238,80/ano, a assinatura impressa está tabelada em R$ 756,00 pelo mesmo período. O call center, inclusive, incentiva a modalidade online explorando as promoções de brindes aos novos assinantes (uma cafeteira ou uma adega) – o que só está disponível para a versão digital. Procurado por meio da assessoria de imprensa, o grupo afirma que não há planos para o cancelamento da operação em papel.

O mercado começou a discutir a possibilidade do fechamento do jornal Brasil Econômico depois que a Ejesa anunciou, na primeira semana de novembro, a extinção do título esportivo Marca. Na mesma semana, o grupo também divulgou comunicado aos jornaleiros explicando o novo modelo de distribuição do jornal – agora sem a parceria que mantinha com o Diário de São Paulo – bem como a redução da circulação e do número de bancas que o recebem.

Integração

Desde que o grupo português Ongoing – acionista minoritário da Ejesa – adquiriu o iG, em abril, discute-se o futuro dos títulos impressos e uma a total migração deles para a operação online. As redações dos jornais do grupo e do iG passaram, desde julho, a ocupar o mesmo prédio, com a mudança do portal para a sede da Ejesa. Atualmente, as equipes tratam da absorção de profissionais dos títulos impressos na estrutura do portal, o que tem gerado resistência em ambas as redações.

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