Accenture reformula estrutura e promove Flaviano Faleiro

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Accenture reformula estrutura e promove Flaviano Faleiro

Executivo brasileiro que cuidava da Accenture Digital assume como líder da Interactive para os mercados em desenvolvimento

Roseani Rocha
17 de março de 2020 - 6h00

Flaviano Faleiro e Brian Whiple, no Innovation Hub, da Accenture Interactive em São Paulo (Crédito: Arthur Nobre)

Desde 1º de março, a Accenture assumiu uma nova estrutura globalmente, dividindo a companhia em quatro unidades, levando em conta a intersecção das principais geografias, ou mercados, e os serviços que o grupo presta. Estes passaram a ser divididos, desde 1º de março, em Estratégia & Consultoria, Interactive, Tecnologia e Operações — abrangendo três mercados geográficos: América do Norte, Europa e mercados em desenvolvimento.

As mudanças na Interactive tiveram desdobramentos envolvendo as lideranças brasileiras. A Accenture Digital, da qual Flaviano Faleiro era líder para América Latina (e da qual a Interactive representava 60%), passa a se chamar Interactive e o executivo torna-se líder da área para Growth Markets, o que abarca, além do mercado latino-americano, a África, a Ásia-Pacífico e o Oriente Médio. Por conta disso, em setembro, o executivo se mudará para Cingapura.

Até lá, Faleiro acumula também o cargo de diretor executivo da Accenture Interactive na América Latina, que foi ocupado até outubro passado por Eduardo Bicudo (agora CEO da Dentsu Aegis Network no Brasil). Os principais executivos da Accenture Interactive no Brasil, que respondem a Faleiro, são Eco Moliterno (criação), Giovanni Rivetti (experiência digital), Luís Arnal (design), Marcelo Heleno (build experience) e Gastão Woelfert (run).

Ao divulgar resultados financeiros da consultoria como um todo, a CEO Julie Sweet, afirmou que a Interactive, comandada globalmente por Brian Whiple, é hoje um negócio de US$ 10 bilhões. Em visita ao Brasil, Whiple diferenciou o trabalho de sua empresa em relação ao das agências: “Nós nos chamamos ‘uma agência de experiência’, porque não fazemos publicidade, estamos reinventando experiências”, disse, argumentando que a empresa que em outubro conquistou a conta global da Kimberly-Clark está ganhando terreno por fazer algo diferente e não por fazer melhor aquilo que as agências já fazem.

Já Flaviano Faleiro destaca que a operação brasileira da Interactive é madura e bem sucedida mesmo tendo sido construída num momento em que o mundo e o País passavam por uma situação econômica difícil. E mantém o otimismo: “Temos times incríveis em plataformas de experiência, operações de conteúdo, marketing. Fizemos os investimentos nas capacitações. O desafio e a oportunidade que temos, me fazem prever que nos próximos três ou quatro anos vamos dobrar o tamanho do nosso negócio da Interactive no Brasil”, afirma.

 

(*) Crédito da imagem no topo: Rapeepon Boonsongsuwan/iStock

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