Wired cria novos eventos e retoma modelo presencial

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Wired cria novos eventos e retoma modelo presencial

Wired Conference, que acontece na próxima quinta-feira, 28, abre o ciclo de eventos da marca, passando pelo Wired Festival em dezembro e finalizando no Wired Conference em março de 2022

Amanda Schnaider
25 de outubro de 2021 - 6h00

Após um hiato em 2020 em função da pandemia e do isolamento social, o Wired Festival, sucesso na Europa e nos Estados Unidos, retorna ao calendário de eventos da capital fluminense nos dias 1 e 2 dezembro de 2021, no Planetário da Gávea. A primeira edição brasileira do evento foi realizada em 2016. Além do Wired Festival, a marca também traz dois eventos menores – chamados de Wired Conference – para São Paulo. O primeiro acontecerá no próximo dia 28, no Zee.Dog Temple, e o segundo será em março de 2022.

 

Ademir Corrêa e Sana Amanat no Wired Festival Brasil 2019, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (crédito: Roberto Filho/Divulgação)

“Aproveitamos esse tempo de hibernação do Wired Festival para refletir um pouco sobre como gostaríamos de fazer essa reestreia. E aí, fomos buscar uma série de colaboradores, parceiros, porque entendemos que a inovação também é fruto da colaboração e de várias visões”, comenta Paula Mageste, CEO da Globo Condé Nast, revelando que foi assim que chegaram na consultoria de inovação 16 01, dos sócios Eduardo Paraske e Leonardo Brazão.

Paula acaba de assumir o comando da marca no Brasil. Os eventos Wired são realizados pela joint venture Globo Condé Nast, mas a marca é originária da revista internacional Wires, que cobre tecnologia e inovação. “Fomos conversar com eles para pensar como poderíamos fazer diferente. Dentro dessa perspectiva, resolvemos conectar esses eventos o Wired Conference com o Wired Festival. Então, temos uma linha condutora entre eles”, complementa a executiva

A 16 01 teve o papel de criar todo o conceito guarda-chuva desses novos eventos que irão ocorrer em 2021 e 2022. “Trabalhamos na nova reconfiguração de posicionamento, desenhamos o planejamento dos eventos, o conceito de cada um deles, indicação de nomes, a curadoria e a temática deles. Também trabalhamos o desdobramento disso em modelos que a Wired poderia comercializar na sua estratégia de patrocínio”, afirma Brazão.

Processo de co-criação

Paraske, co-fundador da 16 01, explica o conceito por trás dos três eventos. O primeiro, no próximo dia 28, leva o nome de Pop the Bubble e é “sobre estourar a bolha, trazer novos pensamentos, quebrar com os modelos mentais, construir a expansão da mentalidade e romper com paradigmas de que a bolha, as elites que estão hoje operando o marketing, a comunicação e a inovação, conhecem de tudo, porque elas não conhecem e não pode resumir a inovação a só isso”, descreve.

Já o Wired Festival, nos dias 1 e 2 de dezembro, apresenta o tema The Lab of Us com a proposta de que seja realmente um grande laboratório de troca de inovação, ideias, conceitos e compartilhamento de pensamentos”, ressalta Paraske. Por fim, o Wired Conference de março do ano que vem apresenta o tema Pop the Culture. “É um evento para falar sobre a cultura geek, a cultura de games, de eSports, que está dominando o mercado, que tem muito potencial de se tornar cada vez maior e se expandir como algo relevante e que participa do dia a dia direto dos negócios das marcas”, finaliza o cofundador da consultoria.

O evento Pop the Bubble que acontece ainda em outubro tem C&A, Ambev e Único como patrocinadores e trará palestrantes como Raul Santiago, Karol Conka, Adriana Hoppenbrouwer e o grupo The Fabricant. “O objetivo é trazer várias perspectivas, a inovação vista de ângulos muito diferentes. Depois vamos para o Wired Festival, que é um evento maior, dois dias, com vários palcos, várias atrações que acontecem ao mesmo tempo e ele junta os talks com experiências”, comenta Paula, reforçando que todos os eventos serão feitos respeitando todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

Segundo Paula, CEO da Globo Condé Nast, além da 16 01, a companhia também chamou Adriana Barbosa, CEO da PretaHub e fundadora da Feira Preta para ajudar na consultoria dos eventos. “Essa é a perspectiva dos nossos eventos da Wired, uma perspectiva bem colaborativa, como sempre é o processo da boa inovação. E queremos trazer muitos olhares para dentro dessa história, furando essa bolha e incorporando muitas perspectivas”, coloca.

**Crédito da imagem no topo: Roberto Filho/Divulgação

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