Com investimento de mais de R$ 1 milhão, ABCDE cria liga

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Com investimento de mais de R$ 1 milhão, ABCDE cria liga

Superliga de League of Legends terá terá a participação de Brave eSports, CNB eSports Club, INTZ eSports Club, Kabum eSports, Vivo Keyd, paiN Gaming, ProGaming eSports, Operation Kino, Team One eSports e T Show eSports Club

Teresa Levin
23 de outubro de 2017 - 11h17

Ideia é que o campeonato tenha sedes itinerantes, com partidas que poderão ser disputadas em eventos e feiras, por exemplo (crédito: divulgação)

A Associação Brasileira de Clubes de eSports (ABCDE) está à frente da primeira temporada da Superliga ABCDE de League of Legends. A competição, que começará em 4 de novembro, em São Paulo, recebeu um aporte de mais de R$ 1 milhão e está sendo produzida pela ESL Brasil. Com a participação de dez clubes — Brave eSports, CNB eSports Club, INTZ eSports Club, Kabum eSports, Vivo Keyd, paiN Gaming, ProGaming eSports, Operation Kino, Team One eSports e T Show eSports Club — a liga tem como objetivo ampliar o calendário da modalidade no Brasil.

“A Superliga é mais uma consequência de um mercado aquecido e consolidado. Estamos reunindo os maiores clubes do Brasil em um campeonato inédito de League of Legends, regido pelos clubes”, explica Carlos Fonseca, presidente da ABCDE e cofundador e CEO do CNB eSports Club. Com disputas presenciais, serão quase 80 jogos até o fim da competição, sendo que a decisão será realizada em dezembro. Todas as partidas serão transmitidas via YouTube e Twitch. A ideia é que o campeonato tenha sedes itinerantes, com partidas que poderão ser disputadas em eventos e feiras, por exemplo, permitindo a compra de rodadas por parceiros comerciais interessados em sediá-las. Marcas como Vivo, LG, Adidas, Logitech e Lenovo estão entre as parceiras dos times que irão participar. Cotas de naming rights e direitos de transmissão para a televisão também estão sendo negociados.

O presidente da ABCDE acrescenta que a League of Legends é apenas uma das modalidades que têm solidificado o sucesso do eSports no mercado nacional. “Outras também estão bem populares, e essa popularidade também é vista em novos negócios com patrocinadores, mais parceiros, mais torcedores comprando nossos produtos”, fala. O CNB, por exemplo, cresceu 70% este ano. “Outros clubes também estão com números parecidos. Empresas grandes estão patrocinando os times da ABCDE. A Fanta já fez acordo com a Team One. Recentemente a Vivo fechou com a Keyd e a Lenovo com o INTZ”, observa.

A previsão é de que o faturamento global de eSports em 2017 chegue a US$ 696 milhões, de acordo com dados do Global eSports Report, da Newzoo. As marcas investirão US$ 517 milhões em publicidade, patrocínio e direitos de transmissão, enquanto o público gastará US$ 64 milhões com produtos e ingressos. O mercado global deve chegar a US$ 1,4 bilhão em 2020.

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