Globo unifica marcas em uma mesma estrutura a partir de janeiro

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Globo unifica marcas em uma mesma estrutura a partir de janeiro

Jorge Nóbrega, presidente executivo, anuncia que TV Globo, Globosat, Som Livre, Globo.com, Globoplay e DGcorp passam a formar uma empresa, denominada Globo

Bárbara Sacchitiello
8 de novembro de 2019 - 13h15

Jorge Nóbrega, presidente executivo da Globo (Crédito: Arquivo/Meio & Mensagem)

Como mais uma etapa do projeto “Uma Só Globo”, anunciado em setembro de 2018, o grupo de mídia anuncia que unificará as estruturas de todas as suas marcas – TV Globo, Globosat, Som Livre, Globo.com, Globoplay e DGcorp – em um única empresa, chamada apenas Globo. A reformulação foi anunciada nesta sexta-feira, 8, pelo presidente executivo da Globo, Jorge Nóbrega.

“A marca Globo como a conhecemos hoje, sinônimo de TV aberta, passa a dar nome a uma empresa nova, ampliada, integrada e orientada a novos desafios e oportunidades. Estamos transformando nossos negócios atuais e desenvolvendo novos. A experiência digital mudou muito a maneira como o público consome mídia, conteúdos e serviços, e nós mudamos junto. O investimento que estamos fazendo em novas tecnologias e modelos de negócio não implica abandonar as nossas forças tradicionais. Nossa estratégia amplia a força da televisão, ao unir TV aberta e TV fechada às oportunidades digitais, com o consumidor no centro do negócio”, explica o presidente executivo, no texto.

De acordo com o comunicado, a unificação das empresas visa ampliar a força de conteúdo e de experiência da Globo, posicionando-a, além do universo televisivo, como um dos maiores players de produtos e serviços digitais do País. Na prática, a unificação significa a centralização da criação e produção de conteúdos de forma separada dos canais e serviços, o agrupamento dos negócios digitais em uma única área, a concentração das expertises corporativas em núcleos de competência para apoio de toda a empresa e a busca por parceiros para explorar novos segmentos de negócios.

Com a unificação das empresas, a Globo reorganizou seus pilares de liderança, que passam a ser divididos da seguinte forma:

– Canais Globo (TV Globo, gestão da rede de afiliadas e portfólio de canais de TV por assinatura) – fica sob a responsabilidade de Paulo Marinho, que até então era diretor-geral de conteúdo e canais da Globosat;

Criação & Produção de Conteúdo (criação e produção para todas as plataformas de conteúdos de entretenimento, esporte e jornalismo) – fica sob o comando de Carlos Henrique Schroder, atual diretor-geral da TV Globo;

Produtos & Serviços Digitais (Globoplay, G1, Globoesporte.com, GShow, a home da Globo.com, Cartola e outros produtos) – fica sob a responsabilidade de Erick Brêtas;

Soluções Integradas de Publicidade (venda de publicidade e monetização de inventários lineares e digitais) – fica sob o comando de Eduardo Schaeffer;

– Aquisição de Direitos (que cuidará da aquisição dos diretos de transmissão para produção audiovisual, principalmente em esportes e entretenimento) – será comandada por Pedro Garcia;

Estratégia & Tecnologia (visão de longo prazo no negócio, parcerias e alinhamento estratégico para transformar a Globo em uma empresa de mediatech) – fica sob a responsabilidade de Rossana Fontenele;

Marca & Comunicação – comandada por Sergio Valente;

Finanças, Jurídico & Infraestrutura – comandada por Manuel Belmar;

Recursos Humanos – comandada por Claudia Falcão;

Relações Institucionais – comandada por Paulo Tonet;

Som Livre (que abrange o Sistema Globo de Rádio) – comandada por Marcelo Soares

Além dessas áreas, a Globo também terá outras divisões independentes. Uma delas é a Editora Globo, que segue sob o comando de Frederic Kachar, mas respondendo diretamente a Jorge Nóbrega. Outra é a divisão Globo Ventures, que será responsável pelos investimentos diretos dos acionistas, sendo liderada por Roberto Marinho Neto.

Segundo o comunicado, as mudanças começam a ser implantadas em janeiro e a primeira etapa da composição da nova estrutura organizacional será detalhada nos próximos meses.

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