A evolução do feminismo na pauta do GNT

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A evolução do feminismo na pauta do GNT

Diretora-geral do canal, Daniela Mignani fala sobre a importância de trazer toda a sociedade para as discussões em torno da equidade de gênero

Bárbara Sacchitiello
6 de março de 2020 - 6h00

Daniela Migani, diretora-geral do GNT (Crédito: Divulgação)

Ao longo de 28 anos, o GNT vem lidando com o desafio de acompanhar e refletir a evolução do público feminino. Às vésperas de mais um Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo, 8, o canal acredita que acertou o passo com os debates atuais da sociedade ao colocar o termo “gente” no centro de suas estratégias.

“Frequentemente nos questionamos da nossa linha editorial e de comunicação, sobretudo por termos em nosso DNA o público feminino, um dos grupos que mais vem se deslocando no mundo. Posicionar-se como um canal voltado para a mulher e que explora os temas desse universo nos parecia reducionista e deslocado do tempo de hoje”, revela Daniela Mignani, diretora-geral do GNT.

Segundo a executiva, definir o canal como uma emissora de assuntos femininos seria limitador porque as mulheres se interessam por vários temas e atuam em todas as frentes. “Além disso, o home é parceiro neste mundo, e excluí-los também não nos parecia razoável, já que os interesses convergem com mais ou menos intensidade, a depender do assunto. Com isso, chegamos ao conceito ‘Gente’ que permanece encharcado de valores femininos e que não abala nosso importante posicionamento de negócio e expande o GNT a todos”, explica Daniela.

Apesar dessa abertura para diferentes abordagens do comportamento humano, o feminino ainda norteia muitas ações do canal. O GNT, inclusive, é o parceiro de conteúdo do Festival GRLS, que acontece nos dias 7 e 8 de março, no Memorial da América Latina, em São Paulo. No evento, o canal promoverá o GNT Talks, rodadas de debates, exposições e conversas a respeito de temas que orbitam a pauta da igualdade de gênero. Na opinião da diretora, é função do canal ir além do entretenimento e convidar o público a refletir. “Oferecer entretenimento e reflexão não precisam ser iniciativas que andam separadas. Podemos ter profundidade com leveza e alegria. Jogamos luz sobre temas que refletem mudanças no estilo de vida da sociedade em que, boa parte delas, a mulher está presente”, comenta.

Além da participação no GRLS, o GNT também aproveitará as discussões em torno do Dia Internacional da Mulher no conteúdos dos programas Saia Justa e Papo de Segunda, que iniciam novas temporadas a partir da próxima semana. “Esse ano, queremos reforçar a mensagem do posicionamento ‘Gente que inspira GNT que inspira GENTE’.Nossa mensagem é para todas as mulheres que há décadas nos inspiram a entreter e contar essas histórias que nos fazem também inspirar a nossa audiência.

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