Edição de 2022 do PMV tem categoria nova

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Edição de 2022 do PMV tem categoria nova

Pesquisa irá entender para quais grupos de comunicação agências e anunciantes irão destinar seu investimento em mídia

Thaís Monteiro
20 de outubro de 2021 - 16h30

Para sua 26ª edição, o PMV (Painel de Marketing de Veículos) ganha uma categoria que irá detalhar em quais grupos de comunicação ou veículos agências e anunciantes pretendem aumentar o investimento em 2022. De acordo com Geraldo Leite, responsável pela produção do estudo, essa criação foi efeito de um movimento de reinvenção dos grupos e de suas entregas. “Até então, sempre buscávamos entender as principais tendências dos meios de comunicação e, frente ao desempenho de cada um, era fácil deduzir para onde ia essa verba”, conta.

 

Houve uma crescente na escolha pela compra online por causa da pandemia (Créditos: Ivan Kruk/Shutterstock)

A pesquisa para a edição do PMV acontecerá entre 15 de outubro e 17 de dezembro. Serão feitas 240 entrevistas com profissionais responsáveis pelos investimentos em mídia de agências e anunciantes do Rio de Janeiro e de São Paulo. Previsto para ser divulgado em janeiro de 2022, o estudo irá mapear, também, os fatos de mídia do ano, empresas que melhor atendem os anunciantes, intenção de mudança de share, veículos líderes em propostas comerciais, estimativa de participação do Google e do Facebook no investimento digital, entre outras questões.

(Crédito: Divulgação/Hélio de Almeida)

Conforme Leite, é possível supor que algumas tendências iniciadas nos últimos anos se consolidem ainda mais, como a consolidação do digital, a comunicação como um processo integrado e com maior interação e o posicionamento de marcas como mais fluido, se ajustando conforme a comunicação se transforma.

“Várias tendências já marcaram 2021, como o abandono da antiga separação entre alternativas on e off, uma mudança total nas agências que passaram a trabalhar como uma clara extensão do marketing dos anunciantes, uma integração muito maior entre as ações de marketing internacionais, a busca por propósito das marcas, as necessidades de se avaliar a entrega total da mídia, não mais de forma isolada por meio de comunicação, mas de uma forma mais holística, etc. Muita coisa pode e deve acontecer em 2022 como reflexo das grandes movimentações de mercado, falo da explosão do streaming, das desregulamentação dos padrões do esporte na mídia, da entrada que nunca foi tão forte de grupos internacionais de comunicação, da reação simultânea internacional para uma regulamentação das redes sociais, não só de taxações, quanto na maneira como controlam (ou não) grupos mais ativistas em seus escusos interesses”, prevê o executivo.

**Crédito da imagem no topo: Adrian Grosu/Shutterstock

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