Creators têm dificuldade em monetizar seu conteúdo

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Creators têm dificuldade em monetizar seu conteúdo

Pesquisa conduzida pela Atlantico divulga dados da economia produzida por creators

Valeria Contado
27 de outubro de 2021 - 8h00

Estudo indica que 38% dos respondentes produzem conteúdo lifestyle (Crédito: Jacob Lund/shutterstock)

Os canais digitais proporcionaram aos produtores de conteúdo novas formas de gerar receita, como o surgimento de marcas nativas do próprio influenciador, como é o caso da Boca Rosa Beauty, da Bianca Andrade, em parceria com as marcas Cadiveu (para cabelos) e Payot (maquiagem), e que vem crescendo cada vez mais com a demanda de e-commerce, ou mesmo a integração de movimentos de monetização dentro das plataformas, como acontece no YouTube e Twitch.

No entanto, dados do instituto Atlantico revelam que os creators têm dificuldade em monetizar seus conteúdos. Entre os pesquisados, 23% não consegue aplicar valor em seus canais, enquanto apenas 14% geram uma receita superior a R$2.500, por mês.

Para avaliar o cenário econômico dos influenciadores brasileiros, o instituto  realizou o estudo “Creators Economy”, que contou com entrevistas com mais de 5 mil criadores de conteúdo e influenciadores digitais – que iniciaram suas produções na década de 90 até os dias atuais – a respeito das plataformas e formas de monetização utilizadas por esses profissionais.

A pesquisa levou em consideração dados voltados a ascensão das novas plataformas de conteúdo, como é o caso do YouTube, rede que conta hoje com 2.275 canais disponíveis, tendo o KondZilla como o maior canal brasileiro, com quase 65 milhões de inscritos e com vídeos que ultrapassam a marca de 1 bilhão de visualizações.

Apesar disso, o YouTube é preferência de apenas 25% dos influenciadores. A pesquisa indicou que 80% dos produtores entendem o Instagram como uma ferramenta essencial para o seu trabalho, seguido pelo Whatsapp com 60%.

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