Crefisa e FAM renovam com Palmeiras

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Crefisa e FAM renovam com Palmeiras

Contrato pode chegar a R$ 410 milhões até 2021 incluindo premiações por conquistas de títulos

Fernando Murad
23 de janeiro de 2019 - 14h25

Leila Pereira, presidente da Crefisa, e Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras (crédito: Fabio Menotti/Ag. Palmeiras/Divulgação)

Após o BMG anunciar, na terça-feira, 22, a assinatura de contrato de patrocínio com Atlético Mineiro e a criação de um banco digital com o Corinthians, a Crefisa e a Faculdade das Américas (FAM), empresas que têm um mesmo controlador, oficializaram a renovação do acordo com o Palmeiras. O novo contrato, válido até 2021, pode ultrapassar R$ 410 milhões. A Crefisa patrocina o Palmeiras desde 2015.

“Anualmente pela camisa, Crefisa e FAM estão investindo R$ 81 milhões. A propriedade de marketing é de R$ 6,8 milhões, totalizando R$ 87,8 milhões. Além disso, são R$ 15 milhões de luvas pela renovação, e os prêmios por temporada totalizam R$ 34 milhões. Se somarmos todos os valores, são cerca de R$ 136 milhões. Em três anos, são R$ 410 milhões. São valores que eu tenho certeza de que fazem e farão toda a diferença no que queremos para a Sociedade Esportiva Palmeiras”, disse Leila Pereira, presidente da Crefisa e conselheira do Palmeiras, durante coletiva de imprensa.

Os valores chamam a atenção, ainda mais no atual cenário do mercado, no qual o principal patrocinador do futebol brasileiro, a Caixa Econômica Federal, não deve renovar os atuais contratos. Em 2018, o banco investiu R$ 127,8 milhões e estampou sua marca no uniforme de 25 clubes, 12 deles da Série A. Botafogo, com acordo até fevereiro, e Sport Recife, até maio, são os únicos times que ainda têm contratos em vigor. Além de Atlético Mineiro e Corinthians, o BMG deve fechar com mais um clube, segundo Ricardo Guimarães, presidente do banco.

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