Grupo Artplan muda de nome e se reposiciona

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Grupo Artplan muda de nome e se reposiciona

Holding passa se chamar Grupo Dreamers e quer ser vista como ecossistema de experiências

Renato Rogenski
20 de julho de 2020 - 11h26

Lionel Chulam, Rodolfo Medina, Roberto Medina e Duda Magalhães seguem no comando da holding (Crédito da imagem: divulgação)

O Grupo Artplan anunciou seu reposicionamento nesta segunda-feira, 20. Com ele, a holding passa a se chamar Grupo Dreamers. Segundo a empresa, a nova marca tem como propósito “realizar sonhos, por meio de experiências” e se coloca agora como um ecossistema voltado para atender a esse conceito. A estratégia também tem como finalidade consolidar as trocas de expertises entre as operações da holding, que já vinham acontecendo antes, mas que foram consolidadas com os desafios impostos pela pandemia.

Com faturamento de R$ 1,5 bilhão em 2019 o Grupo Dreamers, liderado pelo presidente executivo Rodolfo Medina, conta com 12 empresas. Além das agências Artplan e do festival de música Rock in Rio, a holding ainda tem a empresa de entretenimento Dream Factory, a agência especializada em varejo Pullse e o evento gamer Game XP. O grupo ainda controla a Easy Live, que atua no segmento de fidelidade, a plataforma Musicalize, o laboratório de conteúdo A-Lab, a unidade de negócio para comunicação real time Now, a plataforma de anúncios Aceleraí, a 1.2.3.5.8, que trabalha com negócios de impacto social e, por fim, a consultoria Soma.

Nada muda na gestão, que tem Duda Magalhães na vice-presidência executiva, Lionel Chulam como VP administrativo e financeiro e Roberto Medina como presidente do conselho. Segundo o grupo, novas iniciativas já estão em curso para consolidar a integração de todas as operações. Entre elas, reuniões regulares dos CEOs, programa de talentos e job rotation. “Hoje, mais do que nunca, esse cenário desafiador nos trouxe uma visão mais expandida, para olharmos e pensarmos como Grupo. Temos trocado muito e investido em oportunidades complementares, conforme as habilidades de cada empresa”, afirma Rodolfo Medina.

Crédito da imagem de topo: piranka/iStock

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