Grey nomeia copresidentes para operação brasileira

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Grey nomeia copresidentes para operação brasileira

Luciana Rodrigues, ex-BuzzFeed, e Max Geraldo, ex-diretor criativo da norte-americana Arnold, assumem comando da Grey Brasil

Isabella Lessa
20 de janeiro de 2020 - 7h20

Michael Houston, CEO Worldwide do Grey Group, com Luciana Rodrigues e Max Geraldo, novos presidentes da Grey Brasil (Crédito: Divulgação)

A Grey Brasil anuncia Luciana Rodrigues e Max Geraldo como os novos presidentes da operação. Eles acumulam, respectivamente, os cargos de CEO e CCO. Desde a saída de Marcia Esteves do comando da Grey no final do ano passado, o escritório deu início a uma reestruturação supervisionada por Marco Milesi, CEO da Grey Latam, com o intuito de agilizar processos e ressignificar o posicionamento da Grey Worldwide, “Famously Effective”. Os primeiros movimentos foram as promoções de Maria Pirajá a managing director e Raquel Messias a CSO.

A busca pelos sucessores de Marcia Esteves, que deixou a Grey para comandar a Lew’Lara\TBWA, mobilizou a vinda de Milesi ao Brasil. Em entrevista ao Meio & Mensagem em dezembro, o executivo disse que pretendia escolher nomes pouco óbvios. Para a função de CEO, escolheu Luciana Rodrigues que, apesar de ter passado por diversas agências de publicidade, nos últimos anos atuou em veículos de mídia: no último ano trabalhou como managing director do BuzzFeed e, anteriormente, foi vice-presidente de inovação da Warner Media para toda a América Latina.

E, para chefiar a criação, a rede convocou Max Geraldo, que retorna ao Brasil depois de uma temporada de quatro anos nos Estados Unidos, onde respondeu como diretor de criação executivo da Arnold e da FCB Chicago. No mercado brasileiro, aliás, ele atuou como diretor executivo de criação da FCB Brasil e foi um dos responsáveis pelo case “Nivea Protection Ad”, vencedor de um Grand Prix em Mobile no Festival de Cannes. Nos EUA, também fez parte da We Are Unlimited, agência do Omnicom Group criada sob medida para atender ao McDonald’s.

A dupla terá a missão de dar continuidade ao plano que já vinha sendo traçado por Milesi, Maria Pirajá e Raquel Messias nos últimos meses: promover um modelo de operação baseado em compartilhamento, de modo que os processos fluam de maneira mais ágil, garantindo, assim, mais proximidade com os clientes da Grey.

Mudanças no comando
Marcia Esteves esteve à frente da Grey Brasil como CEO e presidente por pouco mais de um ano: assumiu o cargo em março de 2018, quando Rodrigo Jatene, com quem ela dividia a co-presidência, assumiu a posição de CCO da Grey West. A dupla compartilhava o papel desde o final de 2016, quando Sérgio Prandini deixou o posto de CEO, que assumiu em outubro de 2015, depois da saída de Walter Longo. Sob a gestão de Jatene e Márcia, em 2016, a Grey ampliou o faturamento em 40%. No ano seguinte, a agência teve recorde de Leões em Cannes – entre eles um Grand Prix inédito na categoria Mobile por “Detector de Corrupção”, para Reclame Aqui – além de troféus no Effie. Em 2018, foi a agência brasileira com mais Leões no Festival de Cannes.

*Crédito da imagem no topo: Divulgação

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