Plata o Plomo: moda jovem e consciente

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Plata o Plomo: moda jovem e consciente

Ex-executivo da B2W cria e-commerce com modelo de expansão “member get member”

Roseani Rocha
22 de agosto de 2017 - 8h00

Experiente no mercado de comércio eletrônico, uma vez que já trabalhou no B2W para marcas como Saraiva, Hering e Pernambucanas, o jovem empresário João Paulo Baptista está iniciando uma nova empreitada, e no mundo da moda. A marca Plata o Plomo, que tem como target o público jovem urbano, passará a ser vendida pela internet no próximo dia 1º de setembro (e não tem intenção de abrir lojas físicas).

Inicialmente, serão vendidas apenas camisetas com estampas “sem gênero”, pois o objetivo é que a marca atenda quem se interessar por ela, não importando se homem ou mulher. Além disso, a preocupação com a sustentabilidade fez a empresa, da qual João Paulo é CEO, optar pela produção com fornecedores locais.

Recentemente, a empresa lançou o programa “Member get member”, inspirado na loja virtual Harry’s, que em uma semana conseguiu 100 mil e-mails cadastrados. No caso da Plata o Plomo, o usuário que se cadastrar no site ganha 10% de desconto e frete grátis no lançamento da loja. Além disso, recebe um link exclusivo para compartilhar por e-mail ou com amigos nas redes sociais. Quanto mais gente se cadastrar na plataforma por esse link, mais vantagem terá a pessoa que o compartilha (dois novos membros: 20% de desconto e frete grátis; cinco novos membros: 30% de desconto e frete grátis; 15 membros: uma camiseta de brinde e ingresso VIP para a festa de lançamento da marca, cuja data ainda será definida; 30 membros: duas camisetas e ingresso VIP para a festa).

O nome da marca (alusiva a uma das frases famosas do traficante Pablo Escobar, utilizada para ameaçar oponentes) é uma provocação ao estilo de vida que ainda predomina, em que tudo pode ser comprado ou adquirido, em contraposição ao que a marca no fundo prega: “os valores de cada pessoa como indivíduo e consumidor, criando uma reflexão sobre o peso do dinheiro e do poder em detrimento do capital criativo humano”.

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