Natura Musical divulga projetos apoiados em 2020

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Natura Musical divulga projetos apoiados em 2020

Iniciativas receberão R$ 5,4 milhões em patrocínio; Fernanda Paiva, gerente de marketing  institucional da Natura comenta critérios de escolha e a importância do programa, que desde 2005 já investiu R$ 143 milhões em 424 projetos

Roseani Rocha
25 de novembro de 2019 - 6h00

Entre os artistas consagrados, no edital Nacional, destaque para Elza Soares (Crédito: @callanga/ Patricia Lino)

Os projetos selecionados para receber apoio do programa Natura Musical no próximo ano serão anunciados na noite desta segunda-feira, 25, em um evento na Casa Natural Musical. Foram selecionadas 41 propostas dentre 2.647 inscritas, que foram avaliadas por um grupo de 22 profissionais do mercado musical. No total, a Natura irá investir R$ 5,4 milhões em patrocínio – via leis de incentivo à cultura nacional (Rouanet) e dos estados da Bahia, Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Sul – em ações como gravação de discos, turnês nacionais, fomento a casas de cultura, projetos de educação musical e documentários.

O Natura Musical segue homenageando o trabalho de artistas consagrados e também incentivando novos talentos da cena musical do País. No primeiro grupo, estarão a cantora Elza Soares, o multi-instrumentista João Donato e o sambista baiano Clementino Rodrigues, conhecido como Riachão – aos 98 anos de idade, ele lançará o disco “Se Deus quiser eu vou chegar aos 100”.

Desde 2005, o programa já investiu R$ 143 milhões no patrocínio de 424 projetos – entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais e filmes. Já sua plataforma digital leva conteúdo sobre música para mais de 500 mil seguidores nas redes sociais. Na entrevista a seguir, Fernanda Paiva, gerente de marketing institucional da Natura, comenta os critérios de escolha dos projetos para 2020 e a importância do programa em um cenário de cerceamento a manifestações culturais. Ela faz, ainda, um balanço da primeira participação da Natura no Rock in Rio.  Na sequência, um vídeo apresenta o processo de curadoria dos projetos (todos eles citados em seguida, com uma apresentação breve, feita pela Natura).

Fernanda Paiva: Música para inspirar transformações sociais (Crédito: Divulgação)

Meio & Mensagem – O que você destacaria na seleção de projetos feita para 2020, em relação às edições anteriores?

Fernanda Paiva – Há 15 anos, Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da Natura que impacta positivamente na renovação e na longevidade da música brasileira. Também valoriza a música que é capaz de engajar e representar discursos que inspiram transformações da sociedade. Neste edital, apostamos em artistas, bandas e grupos que possam gerar impacto positivo, tanto simbólico como social e econômico, nos ambientes em que atuam. Temos Elza Soares, com gravação de DVD, Emicida, com a turnê do álbum AmarElo, acompanhado de vídeos dos bastidores de shows e workshops que para jovens artistas em comunidades carentes. Temos projetos como o Cabokaji, que busca manter viva a cultura afro-ameríndia dos povos originários do Brasil, e o Afrobapho, coletivo criado por jovens negros e LGTBQ+ que utiliza a arte para mobilizar o público ao redor de temas como intersecção de raça, gêneros e sexualidades. Entre os projetos de fomento a cenas Tem Preto no Sul, que promoverá uma residência artística para músicos negros em Pelotas, no Rio Grande do Sul; há ainda um disco de inéditas que marca os 15 anos do Ilú Obá de Min, associação que celebra a cultura afro-brasileira, com atividades que fortalecem relações étnico-raciais.

M&M – Por que o número de projetos diminuiu?

Fernanda – Em 2018, o edital Natura Musical selecionou 50 projetos, o maior número da história da plataforma. Neste ano, temos 41 projetos contemplados, mas fizemos alterações nas categorias contempladas, incluindo “fomento à cena” que são projetos mais estruturantes, como feiras de música, residências artísticas e programações regionais. Não estabelecemos uma meta em relação ao número de selecionados e a rede de curadores tem liberdade para sugerir, a partir da cesta de inscritos e dos recursos disponíveis, as propostas mais representativas. Inclusive, vale salientar, tivemos um aumento de investimento em relação ao ano passado de 10%. Em 2018 a verba total foi de R$ 4,9 milhões e em 2019 temos um investimento total de R$ 5,4 milhões em patrocínio.

M&M – O número de inscritos representa o quê em relação à edição anterior? (aumentou, diminuiu?)

Houve um leve aumento no número de inscritos. Em 2018 o total foi de 2.617 inscrições, enquanto em 2019 recebemos 2.647 projetos, de 26 estados do Brasil. Para lidar com essa diversidade de propostas, nos últimos anos nós ampliamos significativamente a nossa rede de curadores. Em 2019 foram 22 profissionais do mercado da música, de todas as regiões, entre curadores, jornalistas, artistas, produtores num processo muito rico, que resultou nos 41 projetos selecionados.

M&M – Esse momento de ataques à cultura (até censura em alguns casos) elevam a importância de um programa como o Natura Musical?

Fernanda – A cultura é fundamental para a construção de um mundo mais bonito, inclusivo e sustentável e a arte tem essa capacidade de traduzir sonhos e valores desse futuro que queremos. Acreditamos que os 41 projetos contemplados conseguem representar a pluralidade de vivências, origens e linguagens desse país tão diverso e em conjunto com a Casa Natura Musical e os festivais que apoiamos estamos criando espaços de escuta, diálogo e transformação.

M&M – Ainda sobre música, qual o balanço da primeira experiência da Natura no Rock in Rio este ano?

Fernanda – O balanço da nossa participação é super positivo, porque conseguimos criar uma experiência de marca com propósito tanto para o consumidor final como para a nossa rede de consultoras. No Rock in Rio engajamos as pessoas de diferentes formas no movimento “O mundo é mais bonito com você”, que reforça o compromisso da empresa com iniciativas de impacto positivo e coloca as pessoas como protagonistas dessa transformação. Dentro desse contexto, vemos na música uma ferramenta fundamental para agregar as pessoas em prol desse mundo mais bonito, diverso e sustentável que queremos. Tanto é que levamos a provocação “E se a gente se juntasse pelo mundo como se junta pela música?” para o Rock in Rio. Foi um espaço para experimentar coisas diferentes, como a Nave, a primeira atração co-criada pelo Rock in Rio com uma marca, que emocionou mais de 100 mil pessoas ao longo dos sete dias de evento. Além disso, realizamos uma parceria inédita com a Heineken para transformar os copos plásticos em embalagens de Natura Humor.

 

 

PROJETOS SELECIONADOS 2020 (por edital):

 

NACIONAL

Amaro Freitas

A música instrumental brasileira ganhou uma nova cara com o pianista recifense. Ele renovou o jazz ao trazer pra ele influências de ritmos nordestinos. Amaro Freitas prepara o terceiro álbum, com direito a turnê e registros audiovisuais.

Conecta Música

O Conecta Música faz parte do BR135, maior festival de música do Maranhão. O projeto contempla oficinas, rodas de conversa e encontros de negócios voltados para a gestão de carreira no mercado musical. Haverá transmissão pela internet. 

Edgar

Edgar gosta de dizer que é um ser nada mimético, milimétrico ou métrico e sim semi-ótico, seminu, cru. O cantor e performer entra em estúdio para gravar “Ultraleve”, segundo trabalho de uma trilogia iniciada pelo artista em “Ultrassom”.

Elza Soares

Elza não precisa de sobrenome. É a voz que todos conhecem e reconhecem. A carioca não nega suas origens e segue denunciando as mazelas do povo brasileiro. Sua turnê “O Planeta Fome de Elza Soares” chega em breve e vai virar DVD.

Emicida

O rapper começou a carreira vendendo seu trabalho na rua. Muitos prêmios depois, ele fará a turnê do álbum AmarElo, acompanhado de vídeos dos bastidores de shows e workshops que fez com jovens artistas em comunidades carentes.

Ilú Obá De Min

A associação de mulheres faz parte da história de São Paulo. Ela celebra a cultura afro-brasileira, com atividades que fortalecem relações étnico-raciais. Os 15 anos do Ilu Obá de Min serão comemorados com álbum inédito, show e curta-metragem. 

João Donato

O acreano de 85 anos é uma fonte inesgotável de boa música. Instrumentista essencial na história da cultura brasileira, João Donato prepara um presente para o futuro: disco e shows com participação de diversos artistas da nova geração.

 Letrux

A cantora é ácida, apaixonada e mostra que quem manda nos nossos sentimentos somos nós e mais ninguém. Depois de criar um frisson com “Em Noite de Climão”, ela prepara o segundo disco, que virá acompanhado de um minidocumentário.

Papo de Música – Pelo Brasil

O canal do YouTube “Papo de Música”, da jornalista Fabiane Pereira, nasceu em 2018 e conquistou o público com entrevistas descontraídas. Agora, o projeto circulará por cinco regiões do País, mostrando o trabalho de diversos artistas.

 

RIO GRANDE DO SUL

Agulha

A casa de shows abriu as portas em 2017, movimentando a nova cena local de Porto Alegre com artistas independentes. O projeto prepara uma série de apresentações que serão registradas em vídeos e entrevistas para a web.

B.art

Fotógrafa, jornalista e escritora, B.art tem a rima como principal aliada para abordar temáticas astrais, discussões sociais e gritos de liberdade. Seu primeiro disco virá acompanhado de zine, shows e uma série de videoclipes.

Frank Jorge e Kassin

O multi-instrumentista, cantor e compositor Frank Jorge se junta ao produtor musical carioca Alexandre Kassin para o lançamento de um álbum com canções inéditas. O projeto vem com clipes e um minidocumentário sobre o processo de criação.

RS Music Lab

O projeto reúne bandas e agentes culturais para fortalecer a cadeira produtiva da música. O Music Lab prepara o lançamento de uma coletânea digital e uma conferência com rodadas de negócio para agentes do mercado da música. 

Tagua Tagua

Os singles da banda se mostram capazes de fazer nascer todo tipo de sentimentos: é para cantar a plenos pulmões e para ouvir baixinho no quarto. O próximo passo será o lançamento do primeiro álbum.

Tem Preto no Sul

A residência artística para músicos negros resultará em EPs e um documentário sobre o trabalho realizado. O projeto fará ainda oficinas em São Paulo (SP), Esteio (RS) e Rio de Janeiro (RJ) sobre composição, produção musical e expressão corporal.

Vitor Ramil

O artista gaúcho doma as palavras como ninguém e confere uma estética original em suas obras literárias e musicais. Na série de shows “Avenida Angélica”, Vitor Ramil apresenta músicas compostas a partir de poemas de Angélica Freitas.

Zudizilla

O artista faz rap por imagem, cor e som. O que importa mesmo é a mensagem. Revelação no cenário musical, Zudizilla vai registrar sua nova turnê em documentário com a participação de representantes do ativismo negro.

 

PARÁ

Anna Suav e Bruna BG

Anna Suav é uma afroameríndia feminista que faz ecoar suas mensagens por meio da mistura de RAP e R&B. Bruna BG é MC conhecida nome conhecido na cena de Belém. Juntas, elas criarão um álbum visual e oficina cultural.

Antônio de Oliveira – Avante Axé

O cantor e compositor é militante da causa LGBTQ+ e dos direitos humanos. Ele já tem um EP lançado e agora vai gravar Avante Axé, álbum que fala sobre o desafio de viver no Brasil, o País que mais mata homossexuais e trans no mundo.

Bando Mastodontes

Tambor para fazer carnaval. Cordas para rimar com tambor. Canções autorais feitas para teatro e com a galera do teatro. Esta é a síntese poética proposta pelo por Bando Mastodontes. Tudo isso será registrado no primeiro álbum do grupo.

Chico Malta

O mestre de carimbó percorre vários estilos do cancioneiro do Norte. Já gravou cinco discos e escreveu o livro O Canto da Amazônia. O próximo projeto dele será um álbum com canções autorais, um show em Alter do Chão e oficinas socioeducativas.

Circuito Mangueirosa

O grupo já reuniu cerca de 40 mil pessoas com uma festa que dura quatro dias e resgata o carnaval e a cultura paraense. Agora, Circuito Mangueirosa prepara sua volta para as ruas de Belém com uma programação gratuita.

Liège

A cantora é conhecida por seu forte posicionamento em causas sociais e de gênero.  Ela vai lançar um álbum digital com direito a uma apresentação show em Belém, além de um pocket-show seguido de um bate-papo sobre violência contra a mulher.

Metaleiras da Amazônia – Metazonia

O trio traz uma identidade musical amazônica eletrizante: a lambada e o carimbó se mesclam a referências que rementem aos povos ribeirinhos. O mapeamento da produção cultural da região se transformará no primeiro álbum e uma turnê.

Lucas Estrela

Ele renovou a música tradicional paraense com influências da tecnoguitarrada e eletrocarimbó. Agora, parte para seu terceiro álbum autoral, que se desdobrará em shows de lançamento e oficinas de produção musical.

Thais Badu

A cantora e compositora se define como “mulher preta de luz e resistência”. Thais Badu mescla ritmos paraenses com influências do reggae, rock e pop. O primeiro disco de Thais vem acompanhado de videoclipes e shows de lançamento.

 

BAHIA

Mateus Aleluia, o Afrocanto das Nações

O cantor e compositor viaja ao continente africano para registrar os cantos aos Orixás, Nkises e Vodunsem em suas terras de origem. O resultado virá em formato de disco, além de fotos, vídeos e textos sobre o processo de pesquisa.

Alto da Maravilha – Disco de Russo Passapusso, Antônio Carlos e Jocafi

Russo Passapusso, do Baiana System, une-se a Antônio Carlos e Jocafi, que já somam 50 anos de estrada, para lançar Alto da Maravilha. O álbum vem sendo composto há três anos. O projeto ainda prevê minidocumentários e fotografias.

Cabokaji – Natural Caboks

O projeto busca manter viva a cultura afro-ameríndia dos povos originários do Brasil.  A partir da vivência com indígenas, o grupo produzirá um disco, clipes e um documentário, além de circular com apresentações.

Coletivo Afrobapho

O coletivo criado por jovens negros e LGTBQ+ utiliza a arte para mobilizar o público ao redor de temas como intersecção de raça, gêneros e sexualidades. O grupo fará um evento com rodas de conversa, aulas de dança, música e performance.

Feira Noise Festival – Entroncamentos

O evento é dos mais conceituados festivais independentes do País. Ele ocorrerá em Feira de Santana, a partir de um encontro entre artistas headlines e artistas locais. Juntos, eles farão oficinas, shows e conferências sobre o mercado musical.

Jadsa

Depois de lançar um EP, a cantora, compositora, guitarrista, produtora e diretora musical chega com Olho de Vidro, produzido em parceria com João Meirelles. O disco terá a participação de Luiza Lian, Josyara, Kiko Dinucci, Felipe Massumi, entre outros.

Riachão

Aos 98 anos, Clementino Rodrigues, conhecido como Riachão, é uma das principais referências do samba. Ele lançará “Se Deus quiser eu vou chegar aos 100” com faixas inéditas e autorais, além de um site com o acervo de sua trajetória musical.

Ta Batenu – Culto Afrofuturista

O coletivo ganhou destaque por mesclar inovação e ancestralidade. Agora, prepara mais uma celebração à música negra: Ta Batenu – Culto Futurista. O evento trará shows e performances para dentro da Senzala do Barro Preto, sede do grupo Ilê Ayiê.

 

MINAS GERAIS

Azul Flamingo

O trio uberabense fará shows e gravará videoclipes em seis cidades brasileiras. Neste circuito, o grupo também propõe oficinas sobre o universo da música, acompanhadas de apresentações de bandas locais.

Bemti

Bemti é conhecido por uma leitura íntima da viola caipira de 10 cordas. Depois do sucesso com o disco “Era dois”, o artista prepara “Logo Ali”, um álbum visual produzido por Pedro Altério e com participações de Jaloo e Helio Flanders.

Essas Mina É Zica

O documentário pretende retratar a realidade de seis mulheres rappers da capital mineira. Enquanto algumas conseguem se dedicar exclusivamente à carreira musical, outras precisam dividir o tempo entre arte, família e outros trabalhos.

Malta – Mulheres da América Latina reunidas pelo Tambor

O evento “Encontro de Redes” fomentará o protagonismo feminino no universo da percussão. Para isso, o projeto reunirá mulheres tamboreiras do Brasil, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia e Ruanda. O evento inclui imersões musicais e oficinas.

Sessões StereoLAB

O projeto é encabeçado pela casa de shows Laboratório 96, que se consagrou como um ponto de apoio para a circulação de bandas de MG, SP e GO. A programação da casa incluirá pesquisas, mostras, residências e intercâmbios entre artistas.

Música Mundo

O projeto promoverá o Encontro Internacional de Música e Negócios. O evento será gratuito e trará na programação, estarão debates em torno da economia criativa do universo da música, além do showcases de artistas de diferentes estilos.

Sara Não Tem Nome

Após o aclamado álbum de estreia Ômega III, Sara Não Tem Nome está de volta ao estúdio para gravar “A situação”. Neste novo disco, a artista assume ainda mais uma voz fortemente política e crítica da situação atual do País.

 

(*) Crédito da imagem no topo: Divulgação

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