As estratégias do Tinder para cativar a geração Z

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As estratégias do Tinder para cativar a geração Z

Brasil já é o segundo maior mercado, em termos de usuários, da plataforma de relacionamento

Bárbara Sacchitiello
20 de abril de 2021 - 18h32

Projeto De Férias com o Tinder foi criado em sinergia com o reality-show da MTV (Crédito: Divulgação)

Embora pessoas de todas as idades façam uso do Tinder para conhecer outras pessoas, conversarem e expandirem seus relacionamentos, a plataforma tem um público-alvo específico que orienta suas decisões de marketing: a geração Z. É no público de 18 a 25 anos, que corresponde a mais de 50% da base de usuários do Tinder no Brasil, que a plataforma embasa suas estratégias de comunicação, que envolvem patrocínio de realities-show, ações nas redes sociais e envolvimento com a cultura pop.

“Nos últimos dois anos fizemos diversos investimentos em marketing no Brasil, como o recurso para o Rock in Rio, a participação da Anitta no Carnaval 2020, o patrocínio aos blocos de carnaval e à Parada do Orgulho LGBT”, relembra Rodrigo Fontes, country manager do Tinder no Brasil. Agora, a plataforma viu no reality-show De Férias com o Ex, da MTV (que também é exibido no Prime Video), a oportunidade de um match perfeito com a sua proposta. “Considerando toda a visibilidade e os critérios de relevância do programa, nos pareceu uma opção que tem tudo a ver com a nossa marca”, diz o executivo.

O Tinder é um dos principais patrocinadores da atual edição do reality-show, cuja sétima temporada estreou neste mês. Além da presença nos episódios do reality, o Tinder também promoverá uma ação chamada “De Férias no Tinder” que, até o final de abril, possibilitará que os usuários do aplicativo conversem e deem match com os ex-participantes do reality da MTV e com outras celebridades. A presença do app no programa tem sido desenvolvida pela VMLY&R, parceira de publicidade do Tinder.

Na visão do country manager da marca, o app tem sido utilizado como uma forma de conexão em tempos incertos de pandemia, ajudando quem está sozinho a passar por esse período de uma maneira mais leve. “Foi um dos anos mais agitados da história do Tinder. Fizemos preocupados, no início, com todas as mudanças na sociedade, mas acabamos sendo bastante utilizados e oferecemos suporte aos membros de nosso grupo. Tivemos mais conversas, mais matches e recorde de visualizações no app”, conta Rodrigo. Segundo o executivo, o Brasil já é o segundo mercado mais importante do mundo para o Tinder em termos de usuários, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

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