Presidente diz que Fnac fica

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Presidente diz que Fnac fica

Em entrevista à Exame, Arthur Negri, responsável pela operação da rede no Brasil, esclareceu que, ao contrário do que foi dito, a empresa busca um sócio para ficar no país


2 de março de 2017 - 7h33

 

Foto: Reprodução

A Fnac está no Brasil desde a década de 1990 e possui doze lojas no país

A notícia de que a rede de produtos eletrônicos Fnac deixaria o Brasil viralizou na última terça-feira, 28, sobretudo, pela quantidade de fãs da marca no país. Inicialmente, uma informação da agência francesa AFP dizia que a empresa estava deixando o mercado brasileiro. Posteriormente, uma nota da companhia, divulgada nesta quarta-feira, 1º, esclarecia que, na verdade, a rede ficaria sob a condição de conseguir um novo sócio.

Em entrevista à Exame, Arthur Negri, presidente da Fnac no Brasil, esclareceu os desencontros. Segundo ele, a intenção da empresa é buscar um sócio para manter e até mesmo ampliar a participação no Brasil. “É a busca por um investidor para que o negócio cresça”, disse Negri. Ainda segundo o executivo, o comunicado da holding Fnac Darty dizia que o objetivo é “alocar investimentos diretos apenas para a expansão dos negócios na Europa, enquanto que para negócios internacionais, como o Brasil, o investimento deveria vir de fontes externas como fundos e investidores. ”

Para Negri, ainda não há um perfil do tipo de sócio que a empresa procura para o Brasil e novos modelos de loja são cogitados. “Na França, por exemplo, já temos lojas de vizinhança, com sortimento de produtos adequados para a região. Em Portugal e também na França, oferecer diversas maneiras de comprar e entregar, de acordo com a escolha do cliente, já é uma realidade e um sucesso”, disse Negri. A Fnac está no Brasil desde a década de 1990 e possui doze lojas no país.

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