Compra da Brasil Kirin pela Heineken é aprovada pelo Cade

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Compra da Brasil Kirin pela Heineken é aprovada pelo Cade

A aquisição torna a cervejaria holandesa a segunda maior do Brasil, ficando à frente do Grupo Petrópolis e atrás da Ambev


8 de Maio de 2017 - 12h10

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, na quinta-feira, 4, a compra da Brasil Kirin pela Heineken, que foi anunciada em fevereiro. A aquisição torna a Heineken a segunda maior cervejaria do Brasil, ficando à frente do Grupo Petrópolis e atrás apenas da Ambev.

A Heineken passa a deter cerca de 19% do mercado nacional, segundo a empresa. Portanto, a transação não acarretaria em questões concorrenciais, já que o  Cade concluiu que a aquisição não causa concentração maior que 20% no mercado brasileiro ou maior que 50% nos mercados regionais.

O valor da aquisição foi de R$ 2,2 bilhões pelas 12 fábricas da concorrente; já o grupo japonês havia investido R$ 6 bilhões na aquisição da Schincariol em 2011. A Heineken já era responsável pelas marcas Kaiser, Bavária, Amstel, Sol, Desperados e Xingu, e agora passa a ter maior alcance em território nacional. Já a Brasil Kirin é dona das cervejas Devassa, Schin, Baden Baden, Cintra e Glacial, vendendo também água mineral e refrigerantes. 

De acordo com a Euromonitor, o Brasil é o terceiro maior mercado de cervejas do mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos. Em 2015, a Ambev liderava o mercado com 63,3% de participação de mercado, seguida pela Petrópolis e Brasil Kirin empatadas com 11,9%. A Heineken possuía 6,8% de participação.

 

 

 

 

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