Site francês transforma visualizações de anúncios em doações

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Site francês transforma visualizações de anúncios em doações

Easy2BGood, que reverte parte do valor do anúncio em doações para ONGS como Cruz Vermelha e Exército da Salvação, chega ao Brasil esta semana


20 de setembro de 2017 - 10h45

A empresa francesa Easy2BGood acaba de ser lançada no Brasil, com a proposta de transformar visualizações de propaganda em doações para projetos humanitários, solidários e ambientais. Quem faz a doação não gasta um centavo, doando apenas o seu tempo ao assistir, no mínimo, 20 segundos de um anúncio.

Foto: Reprodução

Para efetuar a doação, o usuário precisa se cadastrar, escolher a causa para a qual gostaria de contribuir, como plantar árvores ou refeições e vacinas para crianças, e então assistir a uma propaganda que aparece na tela. Para fazer uma nova doação é preciso assistir a uma nova propaganda. Já a verba do anunciante do site é dividida da seguinte maneira: 70% é revertida para doações e 30% para o gerenciamento do site. Os anúncios permanecem na página até que a verba seja totalmente doada.

Para garantir aos doadores a seriedade do negócio, o grupo tem como parceiras quatro ONGs: as doações em benefício do meio ambiente são feitas para a Imaflora, as doações revertidas para compras de alimentos vão para o Exército da Salvação, para saúde vão para a Cruz Vermelha Brasileira e para educação vão para a Solidariedade França-Brasil.

O site foi inspirado na plataforma francesa Goodeed, lançada em 2014, que somou mais de R$ 7 milhões em doações para mais de 20 projetos. “Nestes tempos de crise que o país atravessa, as doações começam a diminuir, pois há muito desemprego e mesmo aqueles que estão empregados ou pertencem a classes mais favorecidas financeiramente estão apertando o cinto e reduzindo os gastos” disse Laurent Perrin de Brichambaut, fundador da Easy2BGood, em comunicado.

“A sustentabilidade e a responsabilidade social são duas grandes preocupações dos millenials e por isso a aceitação deste tipo de publicidade responsável, não invasiva, é o modelo do futuro”, acrescentou Olivier Grolleau, também sócio do projeto.

 

 

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