Papel & Caneta aponta jovens que estão transformando o mercado

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Papel & Caneta aponta jovens que estão transformando o mercado

O fundador do projeto, André Chaves, criou uma lista com 25 jovens profissionais com iniciativas inclusivas e inovadoras relacionadas à comunicação

Karina Balan Julio
11 de dezembro de 2018 - 14h08

O Papel & Caneta, coletivo sem fins lucrativos que visa unir líderes da comunicação em prol de causas sociais, publicou publicou nesta segunda-feira, 10, uma lista que busca dar mais visibilidade a talentos emergentes no mercado de comunicação.

Ao longo de 2018, André Chaves, fundador do projeto, mapeou profissionais com projetos inovadores e iniciativas sociais ligadas à indústria, mas que não estão necessariamente sob os holofotes das grande premiações ou no topo da hierarquia das agências.

 

Foto: Reprodução

A lista, com 25 profissionais, traz jovens como a redatora Jéssica Gomes, uma das fundadoras do coletivo Navaranda, que conecta mulheres produtoras de eventos e conteúdo autoral; o youtuber e diretor de arte Spartakus Santiago; as fundadoras do coletivo Pujança, Karoline Maia, Carol Rocha e Camila Izidio, que trabalham com documentários e projetos para marcas;  o redator Guter Sá, criador da página Oxente Your Agency, que destaca profissionais de publicidade do Norte e Nordeste; e Gabriela Guerra e Leandro Bordoni, criadores do projeto Fair Lions.

A primeira versão da lista com jovens de destaque na indústria foi publicada por André Chaves em 2017, trazendo, por exemplos, jovens do coletivo Mooc e idealizadores da conferência Bonde. A lista completa de 2018 pode ser acessada através deste link.

“O Brasil não tem essa cultura de valorizar e dar visibilidade para quem está chegando ao mercado.  Como fui conhecendo muitos jovens profissionais ao longo do ano, através dos desafios do Papel & Caneta, vi que há muitos levantando a voz para várias causas”, disse André ao M&M.

Um dos projetos marcantes do Papel & Caneta este ano foi o manifesto “Meu Melhor Defeito”, que joga luz sobre alguns problemas da indústria publicitária, como as jornadas extenuantes, falta de representatividade nas equipes e campanhas, além do assédio moral e sexual nas agências.

 

 

 

 

 

 

 

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