Marketing

Credicard entra no mercado das maquininhas

Marca do Itaú Unibanco lança campanha criada pela Africa e estrelada por Ivete Sangalo para divulgar lançamento da Pop Credicard

i 20 de julho de 2018 - 15h59

Ivete Sangalo estrela campanha criada pela Africa (crédito: divulgação)

A movimentação vista no último biênio no setor de maquininhas em comércios de pequenos e micro empreendedores ganhou mais um competidor, a Pop Credicard. Detentor da Credicard, o Itaú Unibanco coloca no ar nesta sexta-feira, 20, a campanha de estreia na TV aberta. O filme é protagonizado por Ivete Sangalo e foi criado pela agência Africa.

O slogan “Dê um Pop nas suas vendas” mira pequenos comerciantes, como vendedores de rua. “O filme aposta na linguagem lúdica, com Ivete aterrissando em frente a um salão de beleza com um trio elétrico voador cheio de clientes e, de modo divertido, traz como argumento central o potencial aumento de vendas que o empreendedor pode ter”, afirmou Fabíola Lobato, superintendente de marketing do Itaú Unibanco, em comunicado à imprensa.

A escolha da marca Credicard para o produto está relacionada a um reposicionamento recente, que a vincula a mudanças no comportamento de consumidor, afirma Lobato. Outro foco do marketing é o tempo de pagamento, em até dois dias úteis, e as taxas de cobrança — 1,99% sobre o valor do débito e 3,98% no crédito.

O Itaú Unibanco oferece dois modelos de máquina, a Pop Credicard (modelo sem bobina, que funciona com chip e Wi-Fi, nas funções débito, crédito, alimentação e refeição e com aceitação das principais bandeiras) e a Mega Pop Credicard (similar ao equipamento convencional, com bobina para impressão do comprovante de vendas).  Até o fim do ano, a financeira afirma que deve lançar a Mini Pop Credicard, opção mais barata conectada via Bluetooth.

No início de 2017, uma resolução do Banco Central que acabou com a exclusividade das bandeiras nas máquinas de cartão permitiu a chegada de diversas inhas ao mercado, como Minizinha, Moderninha, Vermelhinha, BBzinha e Bradesquinha. Estima-se que 29% de tudo o que se paga no Brasil é feito via cartão. Em mercados maduros, esse patamar está entre 45%-50%. E é esse espaço que os controladores das maquininhas pretendem ocupar.