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Meta cresce 22% e foca em “superinteligência” para 2026

Companhia de Mark Zuckerberg encerrou o ano anterior com 3,58 bilhões de usuários ativos diários

i 29 de janeiro de 2026 - 11h01

Meta cresce

Mark Zuckerberg prometeu focar na “superinteligência pessoal” nos aplicativos da companhia em 2026 (Crédito: Shutterstock)

A Meta, companhia proprietária das plataformas Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, divulgou nessa quarta-feira, 28, os resultados de seu quarto trimestre e, também, o desempenho de seus negócios no ano de 2025.

No período, a companhia registrou faturamento de US$ 200,97 bilhões, o que representa um crescimento de 22% em comparação com o obtido em 2024.

Somente no quarto trimestre, o faturamento da Meta foi de US% 59,89 bilhões, um crescimento de 24% em relação aos últimos três meses do ano anterior.

A empresa fundada por Mark Zuckerberg também pontuou que encerrou o ano de 2025 com uma média diária de 3,58 bilhões de usuários ativos. Esse número é 7% superior à audiência divulgada pela companhia no fim de 2024.

Impressões e preços dos anúncios crescem

Nos resultados financeiros, a Meta também detalhou que as impressões dos anúncios em todos os seus aplicativos aumentaram em 12% na comparação com o ano anterior.

A big tech também esclareceu que o preço médio cobrado pelos seus espaços publicitários aumentou 9% de um ano para outro. Apenas no último trimestre de 2025, esse aumento foi de 6%, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A companhia também declarou que o total de custos e despesas no ano alcançou o patamar de US$ 117,69 bilhões, o que configura um aumento de 24% na comparação com o ano anterior.

“Foco na superinteligência” em 2026

No relatório divulgado aos investidores, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, disse que a companhia teve “um grande desempenho de negócios em 2025” e sinalizou os objetivos da empresa para este ano.

“Estou ansioso para avançar na superinteligência pessoal para todo o mundo em 2026”, comentou.

Para o primeiro semestre de 2026, a Meta projeta uma receita total entre US$ 53,5 bilhões e US$ 56,5 bilhões. Para todo o ano, a projeção é de que as despesas totais fiquem entre US$ 162 bilhões e US$ 169 bilhões.

A maior parte das despesas deve decorrer dos custos de infraestrutura, como gastos com nuvem de terceiros, maior depreciação e despesas operacionais, segundo a Meta.

A empresa ainda afirma que outra parte que será responsável pelo crescimento das despesas totais será o investimento em pessoas. A empresa cita que, em 2026, seguirá com a contratação de funcionários para apoiar, sobretudo, as áreas de inteligência artificial.

Em conferência com os investidores, Zuckerberg disse que a Meta apresentará ao mercado seus novos modelos de inteligência artificial nos próximos meses e declarou que eles sinalizarão a trajetória rápida da empresa na evolução do uso de inteligência artificial.