Experiência e emoção: o jogo do Brasil nos cinemas

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Experiência e emoção: o jogo do Brasil nos cinemas

A transmissão dos jogos da seleção para 280 salas inclui foco em redes sociais e conteúdo customizado

Luiz Gustavo Pacete
3 de julho de 2018 - 11h21

 

Na foto, o narrador Gustavo Villani, a jornalista Mari Palma e o comentarista Grafite se preparando para a transmissão

Na manhã desta segunda-feira, 2, enquanto os sinais vindos da Rússia chegavam às salas de controle da Globosat, no Rio de Janeiro, pouco antes do início da partida contra o México, era possível sentir o cheiro de pipoca nos corredores dos estúdios do SporTV, a ideia era entrar no clima de uma nova janela de transmissão da Copa: o cinema. Neste ano, a unidade de novos negócios da empresa investiu em uma estrutura montada especificamente para as telonas com estúdio dedicado e sala de controle.

A transmissão de grandes eventos esportivos no cinema como Super Bowl, óperas, Liga dos Campeões e outros não é algo novo. A exibição dos jogos da seleção brasileira em uma Copa do Mundo na telona, no entanto, é mais do que uma simples transmissão. Ela requer muito mais que tecnologia. E essa experiência está sendo inédita para a unidade de novos negócios da Globosat que neste ano mobilizou mais estrutura que anteriormente apostando no formato já com a experiência anterior de Liga dos Campeões.

No total, são 280 salas de cinema em todo o Brasil que recebem as partidas em uma parceria da emissora oficial do torneio com as distribuidoras Cinecolor e Cinelive.

E mais do que tecnologia, essa transmissão precisa ter jeito e forma de cinema com foco em interação. A equipe da Globo por trás inclui o narrador Gustavo Villani, que narrou algumas partidas do Brasil pela Globo na fase de grupos, do ex-jogador Grafite e da jornalista Mari Palma, egressa do G1 que agora compõe o esporte da Globo.

“A interatividade é um termômetro que usamos no cinema do que o público está recebendo sentindo. Raiva, bronca, torcida, palpite e isso se traduz depois nos programas com as discussões mais profundas”, afirma o narrador Gustavo Villani. De acordo com Mari Palma, a experiência de interagir com as pessoas que estão assistindo na telona amplia ainda mais a capacidade de engajamento desta forma de transmissão.

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