As preocupações dos líderes de marketing com o trabalho híbrido

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As preocupações dos líderes de marketing com o trabalho híbrido

Pesquisa feita pelo LinkedIn com executivos do Brasil e México aponta a percepção de que a pandemia atrapalhou as interações sociais entre os membros das equipes


17 de dezembro de 2021 - 8h36

(Crédito Aleutie/shutterstock)

É inegável que a pandemia transformou, talvez de forma definitiva, a forma de trabalho das pessoas. Depois meses de home office, muitas organizações viram na manutenção de um modelo híbrido – com dias alternados entre idas ao escritório e trabalho em casa – um caminho possível. Alguns líderes de marketing, no entanto, estão preocupados que o menor tempo passado dentro das empresas possa impactar a entrega criativa.

A percepção foi revelada por uma pesquisa realizada pelo LinkedIn, que entrevistou 350 executivos de marketing do Brasil e do México (sendo 59 CMOs) para compreender suas visões a respeito dos novos modelos de trabalho.

A principal preocupação manifestada por esses líderes de marketing é de que, pelo fato de passarem parte do tempo trabalhando à distância, em suas casas, os profissionais podem não se sentir tão à vontade uns com os outros, o que, por consequência, acabaria prejudicando os processos criativos. Entre os entrevistados, 63% avaliam que a pandemia enfraqueceu os laços sociais entre as equipes de trabalho; já 36% dos líderes de marketing acreditam que o trabalho remoto – ou híbrido – tornará mais difícil a construção de relacionamentos significativos no ambiente profissional.

Ajudar os funcionários a se adaptarem a essa nova realidade e garantir entregas profissionais criativas e um ambiente saudável será prioridade para esses líderes de marketing. Entre os entrevistados da pesquisa no LinkedIn, 81% afirmam que uma de suas prioridades para o próximo ano será encontrar novas formas de trabalhar junto às suas equipes. Para conseguir liderar seus times, esses profissionais apontam, como habilidades essenciais, a empatia (citadas por 54%), adaptabilidade (51%) e integridade (42%).

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