Estadão, Santander e Waze indicam restaurantes em SP

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Estadão, Santander e Waze indicam restaurantes em SP

Rota Paladar indica 50 melhores hamburguerias da capital paulista. No começo do ano, iniciativa se debruçará sobre culinária japonesa

Salvador Strano
27 de novembro de 2018 - 16h33

Crédito: reprodução

Uma parceria entre Estadão, Santander e Waze gerou o projeto Rota Paladar. Há cerca de duas semanas no ar, a iniciativa pretende indicar as melhores hamburguerias da cidade de São Paulo. Assim, o usuário do aplicativo de navegação terá acesso dentro da plataforma a um roteiro dos 50 estabelecimentos escolhidos e receberá informações sobre os restaurantes ainda dentro do ambiente do Waze. Dos locais escolhidos, 19 foram selecionados como favoritos pelos especialistas do caderno, recebendo o Selo Paladar.

A ação foi idealizada pela agência Hands e conta com a curadoria do Paladar, suplemento gastronômico do jornal paulista. Dentro do Estadão, a Rota faz parte da área de projetos especiais do jornal. Com isso, a redação abre uma nova forma de entrega do conteúdo editorial gastronômico, tradicionalmente visto como um setor prestador de serviços ao leitor.

Como motivação financeira, os consumidores que optarem por visitar os restaurantes participantes e forem clientes do Santander possuem 20% de desconto no valor do hambúrguer.

“Esse projeto converge interesses de cinco setores: bancos, com o Santander; jornais, com o Estadão; Waze; consumidor final e os restaurantes parceiros”, afirma Marcelo Lenhard, CEO da Hands. Apesar de, agora, incluir somente restaurantes que comercializem sanduíches, a iniciativa pretende abordar outras cozinhas presentes na capital. Em janeiro, por exemplo, o Rota Paladar deixará de abordar as hamburguerias e passará a indicar uma seleção de restaurantes de comida japonesa.

“O patrocínio do Santander ao projeto coroa uma história de apoio do banco a iniciativas gastronômicas”, indica Igor Puga, diretor de marketing do Santander. “A beleza desse projeto é conseguir juntar o Estadão e o Waze, que são instituições com públicos diferentes”, afirma. Segundo dados do aplicativo de navegação, 20% das rotas traçadas na plataforma têm como objetivo final algum local de consumo – seja de produtos ou serviços.

A comunicação do projeto tem como sua principal frente o próprio Waze, mas conta, também, com um site próprio – além de anúncios nos canais físicos e digitais do Estadão, realizados pela Y&R.

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