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HBO Max: 10 mil horas de conteúdo e versão com anúncios

WarnerMedia prepara lançamento de SVOD nos EUA para maio e contará com mais de 30 produções originais


30 de outubro de 2019 - 14h14

Streaming HBO Max será lançado nos EUA no primeiro semestre do ano que vem. A série Game of Thrones é um dos principais ativos da empresa (Crédito: Divulgação/HBO)

A HBO anunciou o plano de mercado para seu serviço de streaming com venda direta ao consumidor, chamado HBO Max. Com lançamento marcado para maio do ano que vem, o serviço custará US$14,99 no mercado estadunidense – valor maior do que a mensalidade da Netflix e do que será cobrado pelo Disney+.

Consumidores dos EUA devem ter, dentro do serviço, acesso a mais de 10 mil horas de conteúdo na data do lançamento. Segundo a empresa, apenas em 2020 serão mais de 30 séries originais, além de um acervo de 1800 filmes, incluindo todas as produções da DC Comics.

O projeto mais aguardado do serviço, entretanto, é o “House of the Dragon”, uma crônica do universo de Game of Thrones”. Inicialmente, serão dez episódios da série.

A WarnerMedia anunciou previamente que o HBO Max será grátis por um ano para assinantes do canal linear da HBO, uma promoção feita para lançar o serviço de streaming. Na apresentação, o chief operating officer da AT&T e CEO da WarnerMedia, John Stankey, estimou que, no fim de 2025, o serviço contará com algo entre 75 e 90 milhões de assinantes – sendo 50 milhões nos EUA.

O HBO Max chegará ao mercado em maio. O prazo é considerado por analistas como um atraso em comparação com os outros serviços de VOD – ambiente onde a Netflix já está consolidada, e Apple TV+ e Disney+ serão lançados ainda neste ano, com poucos dias de diferença.

Durante ligação com investidores para apresentar os resultados do trimestre, executivos da AT&T afirmaram que investirão US$1,5 e US$2 bilhões na plataforma, apenas ano que vem. A gigante de telecomunicações acredita que a HBO Max dará lucro a partir de 2025.

Uma versão parcialmente paga por publicidade será lançada em 2021. A WarnerMedia não tomou nenhuma decisão sobre o preço deste serviço.

A novidade, entretanto, não deve chegar ao Brasil no curto-prazo. A WarnerMedia, formada pela aquisição da Time Warner pela AT&T, fechou um acordo para comprar a participação minoritária da Ole Communications na joint venture HBO Ole Partners em toda a América Latina e no Caribe, mas não no Brasil.

Executivos da empresa afirmaram que não realizarão o investimento no Brasil por conta da estrutura regulatória do País, que impede propriedades cruzadas entre canais de TV paga e de programação de canais.

*Com informações de Ad Age

**Crédito da imagem no topo: Mauricio Santos/Unsplash

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