Mercado Livre inaugura nova sede em São Paulo

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Mercado Livre inaugura nova sede em São Paulo

Com investimento de R$ 105 milhões, espaço de 33 mil m² tem inspiração em empresas do Vale do Silício


30 de agosto de 2016 - 18h32

Nova sede fica na divisa entre São Paulo e Osasco.

O espaço incorporou diversas soluções sustentáveis (foto: divulgação)

Depois de um ano de obras, o Mercado Livre deixa o Alphaville e inaugura sua nova sede na divisa das cidades de São Paulo e Osasco. Batizado de Melicidade, o espaço recebeu um investimento de R$ 105 milhões e foi inspirado nos campus do Vale do Silício (EUA).

O projeto é de autoria do escritório Athié Wohnrath, que revitalizou um terreno de 33.000 m², com instalações que somam 17.000 m² de área construída. A nova sede pode receber até 2 mil colaboradores. Desde agosto de 2015, o número de contratações da companhia cresceu 38%,  estando atualmente em 1200 funcionários.

De acordo com comunicado da empresa, os números são grandes: 140 salas de reunião, 11 salas de treinamento, auditório com 200 lugares e restaurante para 450 pessoas. Além das áreas de trabalho compartilhadas, há biblioteca e espaços de descanso.  A área de esporte e lazer, chamada de Meli Mall, conta com academia, salão de jogos, salão de beleza, atendimento nutricional e massagem. A área externa, de 22.000 m², tem um jardim com redes e uma quadra poliesportiva.

Área interna do complexo (foto: divulgação)

Área interna do complexo (foto: divulgação)

“A Melicidade foi projetada com base em três objetivos: encantar talentos, aproximar-se fisicamente de parceiros e clientes e promover sustentabilidade”, destaca Helisson Lemos, presidente do Mercado Livre no Brasil.

A nova sede incorpora soluções que otimizam o uso de recursos naturais. A obra conta com 2.000 painéis fotovoltaicos no telhado, que geram metade da energia distribuída no complexo. Segundo Lemos, é a 2º maior usina solar fotovoltaica do Brasil, se considerados somente empreendimentos privados – a liderança é do Estádio Mineirão, em Belo Horizonte.

A água da chuva também é reaproveitada para irrigação dos jardins e uso em bacias sanitárias, há serviço de reciclagem e uma composteira transforma sobras de alimentos em adubo orgânico, que é doado ao projeto social Hortas de Osasco.

O complexo possui obras dos artistas Timoteo Lacroze, Rimón Guimarães, Mart Aire e João Lelo em suas áreas internas e externas. A inauguração acontece no mesmo mês do aniversário de 17 anos da companhia, que teve seu melhor trimestre financeiro no Brasil, com crescimento de 61% em receita líquida no período, em reais.

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