Overtime investe em licenciamentos no basquete

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Overtime investe em licenciamentos no basquete

Empresa é responsável pela concepção e logística da venda de produtos, tanto no e-commerce quanto na loja física, dos times de Franca, Bauru, Mogi, Pinheiros e Liga Sorocabana

Salvador Strano
2 de abril de 2018 - 10h23

Créditos: reprodução

Com a consolidação do NBB, campeonato masculino organizado pela Liga Nacional de Basquete (LNB), que está completando dez anos, mais marcas começam a investir na modalidade. A Overtime, por exemplo, além de fazer a confecção de uniformes das equipes de Franca, Bauru (foto), Mogi, Pinheiros e Liga Sorocabana, é responsável pela concepção e logística da venda de produtos dos times, tanto no e-commerce quanto na loja física. As linhas comercializadas incluem desde os uniformes oficiais de jogo, até peças casuais, como camisetas e bonés.

Segundo David Correa, diretor da confecção, uma das dificuldades que o setor enfrenta é o predomínio do futebol no País. “O basquete sempre foi um mercado mais limitado. Acabamos fazendo um trabalho muito específico quanto a isso, o que gera renda, inclusive, para as equipes”, afirma Correa, informando que a receita da Overtime aumentou 25% desde que a empresa adotou esse modelo de negócio há quatro anos em parceria com o time de Mogi das Cruzes.

A volta de ídolos brasileiros que jogaram na NBA também pode impulsionar o mercado. Após 13 temporadas nos Estados Unidos, Anderson Varejão assinou contrato com o Flamengo. “Inicialmente, os produtos comercializados (com as características do Varejão) são caneca de gel, camisa dupla face, copo com caricatura, chinelos e capa de celular”, explica Daniel Orlean, vice-presidente de marketing do Flamengo. A peruca do atleta, que fez muito sucesso entre os torcedores do Cleveland Cavaliers, nos EUA, ainda está em negociação.

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