Quais as marcas mais atraentes para os profissionais?
Pesquisa da ILoveMyJob aponta empresas em que as pessoas mais querem trabalhar e destaca Itaú e Google
A consultoria ILoveMyJob apresentou a pesquisa de marca empregadora Loved Companies 2025. Anualmente, o estudo promove um ranking com as companhias em que os brasileiros mais têm vontade de trabalhar. Ao todo, mais de dois mil profissionais que trabalham em regime CLT de todas as regiões de País foram ouvidos.
O ranking foi dividido em dois recortes. O primeiro apenas com empresas brasileiras. Já e segundo reúne companhias nacionais e multinacionais. O critério utilizado foi o número de menções positivas e espontâneas dos profissionais.
A versão nacional destacou a dominância das empresas do setor financeiro, com Itaú na liderança e Sicredi e Nubank no Top 5 do ranking. O ranking geral, em contrapartida, marcou o desempenho das empresas de tecnologia, como Google, Apple e Amazon. Confira os rankings completos:
| Ranking nacional (empresas brasileiras) | |
| Posição | Marca |
| 1ª | Itaú |
| 2ª | Sicredi |
| 3ª | O Boticário |
| 4ª | Natura |
| 5ª | Nubank |
| 6ª | Eurofarma |
| 7ª | Ambev |
| 8ª | Vale |
| 9ª | iFood |
| 10ª | SESC |
| Ranking geral (com brasileira e multinacionais) | |
| Posição | Marca |
| 1ª | |
| 2ª | Itaú |
| 3ª | Apple |
| 4ª | Sicredi |
| 5ª | Amazon |
| 6ª | Grupo Boticário |
| 7ª | Natura |
| 8ª | Coca-Cola |
| 9ª | Nubank |
| 10ª | Microsoft |
Plano de carreira
O estudo também investigou fatores associados à atração, permanência e saída voluntária de uma companhia. A existência de um plano de carreira foi o item mais associado pelos profissionais tanto na percepção de emprego ideal, quanto como motivo para um desligamento.
Na definição de um emprego ideal, o crescimento ou plano de carreira foi indicado por 20,42% dos participantes. Na sequência, aparecem salário e benefícios (13,60%), colaboração entre equipes (12,46%), transparência (9,69%), autonomia e flexibilidade (8,69%) e liderança próxima ou inspiradora (6,68%).
O mesmo acontece nas saídas voluntárias. Questionados sobre os motivos de desligamento, a falta de oportunidade de crescimento ou de um plano de carreira estruturado foi o item mais citado (14,66%). Depois, foram indicados salário e benefícios (13,78%), falta de reconhecimento e valorização (13,46%), sobrecarga de trabalho (12,02%) e trabalho 100% presencial (10,42%).