Marketing

Quais as marcas mais atraentes para os profissionais?

Pesquisa da ILoveMyJob aponta empresas em que as pessoas mais querem trabalhar e destaca Itaú e Google

i 4 de fevereiro de 2026 - 6h02

A consultoria ILoveMyJob apresentou a pesquisa de marca empregadora Loved Companies 2025. Anualmente, o estudo promove um ranking com as companhias em que os brasileiros mais têm vontade de trabalhar. Ao todo, mais de dois mil profissionais que trabalham em regime CLT de todas as regiões de País foram ouvidos.

 

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Marcas mais atraentes: Itaú lidera no ranking nacional, enquanto Google desponta no ranking que envolve empresas multinacionais (Crédito: Shutterstock)

O ranking foi dividido em dois recortes. O primeiro apenas com empresas brasileiras. Já e segundo reúne companhias nacionais e multinacionais. O critério utilizado foi o número de menções positivas e espontâneas dos profissionais.

A versão nacional destacou a dominância das empresas do setor financeiro, com Itaú na liderança e Sicredi e Nubank no Top 5 do ranking. O ranking geral, em contrapartida, marcou o desempenho das empresas de tecnologia, como Google, Apple e Amazon. Confira os rankings completos:

 

Ranking nacional (empresas brasileiras)
Posição Marca
1ª  Itaú
Sicredi
3ª  O Boticário
4ª  Natura
5ª  Nubank
6ª  Eurofarma
7ª  Ambev
8ª  Vale
9ª  iFood
10ª  SESC
Ranking geral (com brasileira e multinacionais)
Posição Marca
1ª  Google
Itaú 
3ª  Apple
4ª  Sicredi
5ª  Amazon
6ª  Grupo Boticário
7ª  Natura
8ª  Coca-Cola
9ª  Nubank
10ª  Microsoft

Plano de carreira

O estudo também investigou fatores associados à atração, permanência e saída voluntária de uma companhia. A existência de um plano de carreira foi o item mais associado pelos profissionais tanto na percepção de emprego ideal, quanto como motivo para um desligamento.

Na definição de um emprego ideal, o crescimento ou plano de carreira foi indicado por 20,42% dos participantes. Na sequência, aparecem salário e benefícios (13,60%), colaboração entre equipes (12,46%), transparência (9,69%), autonomia e flexibilidade (8,69%) e liderança próxima ou inspiradora (6,68%).

O mesmo acontece nas saídas voluntárias. Questionados sobre os motivos de desligamento, a falta de oportunidade de crescimento ou de um plano de carreira estruturado foi o item mais citado (14,66%). Depois, foram indicados salário e benefícios (13,78%), falta de reconhecimento e valorização (13,46%), sobrecarga de trabalho (12,02%) e trabalho 100% presencial (10,42%).