Interpublic compra agência digital Cappuccino

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Interpublic compra agência digital Cappuccino

Aquisição reforça atuação da rede de relações públicas Weber Shandwick no Brasil

Alexandre Zaghi Lemos
15 de maio de 2018 - 7h00

Rodrigo Martinez, Ana Paula Soares, Vitor Elman, Zé Schiavoni, Eduardo Coelho, Alessandra Ritondaro (vice-presidente da Weber Shandwick), Everton Schultz e o cão Bu (vice-presidente de joy da Cappuccino): conteúdo criativo e engajamento digital

O Grupo Interpublic comprou o controle acionário da agência digital brasileira Cappuccino, que tem sede em São Paulo e atua no mercado há 19 anos, atendendo clientes como Ajinomoto, Arcor, Citi e Boeringher Ingelheim. A empresa manterá sua equipe de 60 funcionários, continuará usando a mesma marca e preservará sua atuação independente, mas agora como parte da rede de relações Weber Shandwick.

Os quatro sócios da Cappuccino se mantêm à frente da agência: Eduardo Coelho (CEO), Vitor Elman (vice-presidente de criação), Ana Paula Morales (vice-presidente de operações) e Rodrigo Martinez (vice-presidente de mídia).

“A aquisição da Cappuccino reforça o movimento da Weber Shandwick de deixar de ser uma agência de relações públicas para se tornar uma agência de engajamento. É preciso entender o desafio dos negócios para entregar uma ideia completa, não isolada ou pontual. E a Cappuccino incrementa nossa atuação em conteúdo criativo e engajamento digital”, resume Everton Schultz, vice-presidente executivo da Weber Shandwick Brasil. Segundo ele, a negociação foi iniciada há dois anos e há um cliente comum, a Boeringher Ingelheim.

A Weber Shandwick Brasil é comandada pelo CEO Zé Schiavoni, que em 2010 uniu a sua S2 com a carioca Publicom. Em 2011, a S2 Publicom foi vendida para o Interpublic e no ano passado a agência adotou a marca global Weber Shandwick. Curiosamente, a Cappuccino também é resultado de uma fusão, entre a Cappuccino, de Vitor Elman, e a HZTA, de Eduardo Coelho e Ana Paula Morales.

“Avaliamos outras agências e com a Cappuccino houve um encontro de culturas. Ambas têm foco em relação de longo prazo com seus clientes”, observa Schultz. “Há sinergia no trabalho de comunicação e digital, como parte do engajamento pretendido para os clientes, e com o ganho de relevância para a mídia espontânea e os influenciadores”, acrescenta Elman.

A aquisição da Cappuccino no Brasil integra um plano de expansão global da Weber Shandwick, que passou pela compra da sueca Prime, em 2014; da especializada em saúde ReviveHealth e da agência londrina focada em mobile Flipside, em 2016; e, no ano passado, das digitais Bomoda, da China, e Resolute, de Nova York.

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