Quando o out-of-home ressignifica sua utilização

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Quando o out-of-home ressignifica sua utilização

BETC criou “O Pôster Vampiro” nesta semana; veja outros exemplos de campanhas que conseguem sair do lugar comum nas ruas

Renato Rogenski
22 de maio de 2019 - 17h12

Pôster criado pela BETC para a série “The Passage”, da Fox (Crédito: divulgação)

O fato de o meio ser um dos mais antigos do mundo não significa que a sua utilização usual não possa ser transformada por boas ideias, sejam simples sacadas ou aquelas que alimentadas por tecnologia de ponta.

Na semana passada, para promover a série da Fox The Passage, que conta a história de um vírus que transforma as pessoas em vampiros, a BETC criou “O Pôster Vampiro”. As peças, que foram instaladas pelas ruas de São Paulo durante a noite, não resistem à luz do sol e entram em combustão, pegando fogo imediatamente.

Nos últimos anos surgiram alguns exemplos nacionais da elasticidade criativa do out-of-home, seja sob o ponto de vista de impacto simplesmente visual ou até mesmo social. Em 2018, a mesma BETC criou o “Pôster Solúvel” para a Habitat para a Humanidade Brasil. Para ajudar no combate de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, os anúncios se dissolviam na chuva, matando a larva dos mosquitos. A campanha ganhou Leão de Bronze em Health & Wellness em Cannes.

Em 2015, a Ogilvy criou “O cartaz HIV positivo” para a ONG Grupo de Incentivo à Vida (GIV). Todas as peças desenvolvidas na campanha contam com uma tinta que contêm o sangue de pessoas portadoras do vírus. A mensagem principal é reforçada pelo conceito que assina todas os anúncios: “Se o preconceito é uma doença, a informação é a cura”. No total, nove voluntários participaram da ação que foi colocada em pontos de ônibus, faculdade e bares da cidade de São Paulo.

Em 2018, a campanha “Rota de emergência”, criada pela Y&R para a JCDecaux, conquistou um Leão de Ouro na categoria Outdoor e dois Leões de Bronze em Outdoor e Media. Por meio de um aplicativo, as ambulâncias emitem um sinal quando estão passando pelas principais avenidas de São Paulo. A ideia é que os motoristas liberem a faixa para que o veículo consiga circular mais rapidamente e salvar mais vidas.

Em 2014, a Publicis criou a campanha “Carregadores de Sangue” para a Fundação Pró-Sangue. A iniciativa espalhou cartazes que, ao mesmo tempo que ajudavam as pessoas a carregarem os seus smartphones, lembravam o público sobre a importância da doação de sangue.

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