Porto Digital amplia investimento em economia criativa

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Porto Digital amplia investimento em economia criativa

Empreendimento faz parte do projeto Porto Mídia, iniciado há dois anos em Recife

Teresa Levin
1 de março de 2017 - 14h43

Porto Mídia

Apolo 235 é o novo empreendimento do Porto Mídia em Recife (Crédito: Divulgação)

Com o objetivo de incrementar sua atuação junto à economia criativa, o Porto Digital, parque tecnológico localizado no Recife, está expandindo sua atuação. Através do Porto Mídia, projeto iniciado há dois anos pelo Porto Digital, foi lançado este mês o Apolo 235, empreendimento que contou com um investimento de R$ 8,8 milhões do BNDES para ser colocado de pé.

Ocupando uma área de cerca de 1500 metros quadrados, ele envolve galerias de arte digitais, um auditório, um design center e uma incubadora de startups. O Apolo 235 conta ainda com o Laboratório de Objetos Urbanos Conectados, o L.O.U.Co, espaço destinado à fabricação digital, internet das coisas (IoT) e impressão 3D. “Nossa ideia é que o Apolo 235 fomente novos negócios de tecnologia da informação na área da economia criativa”, informa Simone Jubert, coordenadora do Porto Mídia.

Aberto a todo tipo de público, de estudantes a profissionais, o Porto Mídia oferece estrutura para trabalhos nas áreas de games, música, design, animação e fotografia. Sem técnicos disponíveis, a ideia é que, aqueles que queiram utilizar a estrutura oferecida, levem suas equipes. Pensando em que ainda não tem experiência nestas áreas, o projeto conta ainda com uma série de ações visando a capacitação profissional.

Simone antecipa que esta é uma das ampliações previstas para o Porto Mídia; a próxima será implementada em 2018, com foco em produção. “Será um espaço com um estúdio para 40 músicos, além de um para motion capture e outro de stop motion. A ampliação está prevista para que possamos contemplar outras cadeias de produção da economia criativa”, conclui.

O imóvel que abriga o Apolo 235 foi restaurado pelo Porto Digital com recursos financeiros do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da prefeitura do Recife e do Governo do Estado de Pernambuco, via Secretaria de Tecnologia, Ciência e Inovação (Secti). O Governo Federal e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações também integram o grupo de financiadores desta iniciativa.

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