Spark recebe aporte de R$ 8 mi de fundo de investimento

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Spark recebe aporte de R$ 8 mi de fundo de investimento

Empresa dos sócios Raphael Pinho, Marcus Buaiz e Rafael Coca quer ampliar oferta de serviços de conteúdo e influência

Karina Balan Julio
6 de julho de 2020 - 10h32

Raphael Pinho, Marcus Buaiz e Rafael Coca, sócios da Spark (Crédito: Divulgação)

A Spark, empresa brasileira especializada em marketing de influência, acaba de receber um aporte de R$ 8 milhões para expandir a atuação e criar outras áreas de negócio no Brasil. O investimento, no modelo de venture capital, foi liderado pela Apex Partners, gestora de investimentos que opera em parceria com o BTG Pactual. A transação contou com a assessoria da Pipeline Capital.

O objetivo da Spark é alocar investimentos na ampliação da oferta de serviços de conteúdo e influência, além de capacitar profissionais da empresa. “Estamos focando em duas frentes: estratégia de conteúdo para marcas e community management, porque marcas hoje querem uma relação mais duradoura com sua comunidade de influenciadores”, analisa um dos fundadores, Rafael Coca.

A Spark também investirá na fusão e aquisição de empresas ligadas a esse mercado. “O mercado hoje envolve mais do que só plugar marcas a influenciadores. Estamos olhando para startups de tecnologia aplicada ao segmento de conteúdo e influência, como ferramentas de conversão e performance e empresas que ainda não ganharam tanta tração como deveriam”, explica Rafael.

A rodada de investimento ocorre em um momento favorável para a empresa, que este ano recomprou suas ações do grupo colombiano Fluvip, que havia adquirido a brasileira em 2016. Comandada pelos fundadores Raphael Pinho, Marcus Buaiz e Rafael Coca, a empresa manterá um acordo operacional com a Fluvip para executar projetos de influência nas cidades onde a colombiana opera na América Latina. “Buscávamos retomar o controle porque víamos que o mercado brasileiro crescia a um ritmo mais intenso do que os demais, e agora vamos focar em um plano de consolidação por aqui”, explica Coca.

Neste mês, a Spark também ganha mais uma operação licenciada em Belo Horizonte (MG), complementando o trabalho da sede em São Paulo e das operações nas cidades de Curitiba, Manaus, Vitória, Porto Alegre, Brasília e Salvador. Com 60% de crescimento no primeiro semestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano passado, a Spark projeta crescimento 30% este ano em relação ao ano passado.

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