Carreira pós-reality
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Carreira pós-reality: a estratégia junto as marcas

Executivos da Globo, Cif, Britânia e Farol revelam como trabalham junto a ex-participantes de reality show

i 29 de janeiro de 2026 - 19h40

Se no passado sair de um reality show era sinônimo de uma fama passageira, hoje, o cenário é de uma indústria bilionária e cada vez mais profissionalizada. Mas o que as marcas buscam ao se associar a um ex-participante? O que separa um fenômeno de audiência de um parceiro comercial de longo prazo? O segundo episódio da série, “Do VT à conta milionária”, explora os bastidores do mercado publicitário que busca esses talentos e revela o avanço das suas estruturas. 

O amadurecimento do mercado de creator economy transformou a participação em um programa de TV em uma agenda estratégica para empresas de diversos setores. Para entender como essa conexão acontece na prática, a reportagem ouviu Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol; Gabriela Hermanny, head da ViU/Globo; Glícia Mota Romanon, diretora comercial de eletroportáteis da Britânia; e Gabriela Lairana, gerente sênior de marketing na Unilever, executivos envolvidos no dia a dia dessa movimentação do formato. 

Da agilidade do tempo real, que permite colocar uma campanha no ar menos de 24 horas após uma eliminação, até o desenvolvimento de linhas de produtos exclusivas e contratos de longa duração, os profissionais revelam como o match entre marca e talento se tornou uma ciência baseada em dados, reputação e verdade. Entenda também como a Globo estruturou uma operação de agenciamento dentro da ViU, seu braço de redes sociais, para potencializar seus talentos.