Com GP de Glass para Artplan, Brasil fecha com 62 Leões
Já premiado no ano passado, “Nigrum Corpus” ganha mais um GP; LePub e Heineken lideram rankings nacionais

Equipe da Artplan recebe o Grand Prix de Glass no palco do Cannes Lions (Crédito: Celina Filgueiras)
O Brasil encerrou em alta a sua participação nesta 73ª edição do Festival Internacional de Criatividade, ao receber na noite desta sexta-feira, 26, o Grand Prix de Glass. O prêmio foi entregue para a campanha “Nigrum Corpus”, da Artplan para Idomed e Instituto Yduqs.
Vencedor do Grand Prix de Industry Craft, 2 Ouros e 1 Bronze no festival do ano passado, o case volta atualizado competindo em áreas em que não foi inscrito anteriormente. Em 2026, além do Grand Prix de Glass, conquistou 1 Bronze em Creative Data.
Nas quatro áreas que entregaram prêmios neste último dia do festival, o Grand Prix de Glass foi o único prêmio para o Brasil. O País não foi premiado em Titanium, em Film e nem em Sustainable Development Goals.
Em um desempenho abaixo dos últimos três anos, o Brasil encerrou sua participação no Cannes Lions 2026 com 62 Leões, sendo 3 Grand Prix, 13 Ouros, 20 Pratas e 26 Bronzes. Considerando os novos pesos atribuídos pelo festival aos seus troféus, a performance brasileira em 2026 só supera a de 2022 entre todas do pós-pandemia. Naquele ano, o total de Leões foi maior (70), mas não houve Grand Prix. Com o intuito de valorizar os prêmios mais importantes, o evento redimensionou os pontos atribuídos aos seus troféus: os Grand Prix passaram de 30 para 40 pontos, os Ouros de 15 para 20, as Pratas de 7 para 10 e os Bronzes de 3 para 5.
Adotando essa mecânica, o ranking brasileiro de agências é liderado pela primeira vez pela LePub, seguida por AlmapBBDO, Gut, VML e Artplan (veja completo mais abaixo).
Também de forma inédita, a Heineken encabeça o ranking de marcas anunciantes com mais campanhas brasileiras premiadas, com 1 Grand Prix, 5 Ouros, 2 Pratas e 2 Bronzes, seguida por Mercado Livre (1 Grand Prix, 2 Pratas e 3 Bronzes) e Coca-Cola (2 Ouros, 1 Prata e 3 Bronzes). “Podia ser uma Heineken”, é a ação com participação brasileira mais premiada, desenvolvida em parceria pelos escritórios da LePub de São Paulo e de Milão. Em casos como esse, o festival divide os pontos de cada troféu ao fazer os cálculos para os seus prêmios especiais de agência e network do ano, numa mecânica complexa que também considera finalistas e desconta pontos quando um mesmo case ganha mais de um troféu em uma mesma área, das 31 que compõem o evento.
| Brasileiras mais premiadas no Cannes Lions 2026 | |||||
| Posição | Agências | GP | Ouros | Pratas | Bronzes |
| 1ª | LePub | 1 | 5 | 2 | 2 |
| 2ª | AlmapBBDO | 1 | 3 | 8 | |
| 3ª | Gut | 1 | 2 | 3 | |
| 4ª | VML | 2 | 1 | 4 | |
| 5ª | Artplan | 1 | 1 | 2 | |
| 6ª | Publicis Brasil | 1 | 3 | ||
| 7ª | Droga 5 | 1 | 2 | 2 | |
| 8ª | Africa Creative | 1 | 1 | 2 | |
| 9ª | FutureBrand | 3 | |||
| 10ª | Lovely | 1 | 1 | ||
| 11ª | Wieden+Kennedy | 1 | |||
| 11ª | Beta Collective | 2 | |||
| 13ª | Drum | 1 | |||
| 13ª | Ogilvy | 1 | |||
| Total | 62 Leões | 3 | 13 | 20 | 26 |
Veja o case “Nigrum Corpus”, da Artplan para Idomed e Instituto Yduqs, vencedor do Grand Prix de Glass:
