No Surf Junkie Club, Marcello Serpa combina o analógico aos NFTs

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No Surf Junkie Club, Marcello Serpa combina o analógico aos NFTs

Há seis anos fora do mercado publicitário, Serpa assina coleção de desenhos para o SJC, projeto que aposta na Web3 para conectar surfistas

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30 de maio de 2022 - 14h01

Marcello Serpa: “já estamos nos habituando a viver num mundo de imersão” (Crédito: Divulgação)

Para além do elemento central que conecta os surfistas – o mar – um grupo de profissionais vislumbrou na ascensão de uma onda diferente, a Web3, como uma possibilidade de aproximar ainda mais a comunidade do surfe.

Batizado de Surf Junkie Club, o projeto tem entre os sócios Marcello Serpa, publicitário que está afastado do mercado publicitário há seis anos e, desde então, mora no Havaí e se dedica justamente a pegar onda. Além do esporte, o brasileiro também pinta e desenha diariamente, e é esta habilidade que marca a sua participação no SJC.

Serpa assina uma coleção de ilustrações que serão as credenciais em NFT utilizadas para fazer parte do clube. “Pinto todos os dias e surf faz parte do meu DNA. Acompanhei a história dos NFTs por curiosidade, mas não estava totalmente ligado”, conta. Ele desenvolveu centenas de atributos, entre pranchas, expressões e cabelos, que podem ser replicados de milhares de maneiras distintas no digital. “Sempre faço tudo à mão e depois uso o digital para colorir. Tento manter o analógico como a base de tudo”, diz.

(Crédito: Divulgação)

A inspiração para os desenhos, diz Serpa, foi o sentimento de quem surfa de que vale quase qualquer tipo de esforço para pegar onda. “Costumamos dizer que só quem surfa, sabe. Apesar de ser um esporte extremamente individual, quem pega onda está junto com um grupo”, afirma. Para o designer, uma das vantagens do digital no processo criativo é a possibilidade de fazer muitas variações de formatos e cores em um espaço de tempo relativamente curto. No caso da Web3, o que chama a atenção do profissional é a busca pela descentralização em um contexto que de monopolização do digital. Ao mesmo tempo, Serpa considera interessante a unicidade dos NFTs. “De certa maneira aquilo te define, pois não pode ser replicado”, diz.

(Crédito: Divulgação)

No futuro, Serpa afirma que o analógico será ainda mais fundamental à medida que a imersão se tornará mais massificada. “É a lei da escassez: quanto mais imerso a gente ficar, mais a não imersão será valorizada”. Ele observa, no entanto, que o mundo já está se acostumando a viver em um universo expandido. “Estou pagando conta, falando no telefone com uma pessoa em outro país, fazendo uma chamada de vídeo. Estamos nos habituando a viver em espaços completamente diferentes ao mesmo tempo. É o multiverso”, opina.

O projeto

O objetivo do SJC é oferecer experiências exclusivas para surfistas do mundo inteiro, como o acesso a piscinas de ondas, resorts e barcos em locais internacionais de surf, além de conteúdos e um marketplace com produtos oficiais da marca.

Os membros do SJC podem participar e colaborar com propostas e decisões junto ao board por meio de um canal no Discord. Os NFTs da iniciativa terão suas emissões de carbono compensadas e poderão ser comercializadas após o Mint no Open Sea, marketplace de NFTs onde estão hospedadas coleções como “Crypto Punks” e “Bored Ape Yatch Club”.

Além de Serpa, são sócios-fundadores Felipe Baracchini (comunidade), Caio Mattoso (marca), Ricardo Zago (tecnologia), Matheus Bombig (negócios) e Natan Baril (jurídico).

 

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