Nivea Viva vai de rock brasileiro em 2016

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Nivea Viva vai de rock brasileiro em 2016

Projeto completa cinco anos e volta a celebrar um estilo musical

Roseani Rocha
23 de fevereiro de 2016 - 4h28

O Nivea Viva chega ao quinto ano e voltará a homenagear um estilo musical (a exemplo do que ocorreu em 2014, com o samba). Desta vez, quem sobe ao palco é o rock brasileiro, tendo como artistas participantes os Paralamas do Sucesso, Nando Reis, Paula Toller e Pitty. Além deles, Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana, também participará da série de shows, inclusive cantando duas músicas, uma delas da Legião.

Liminha, que já foi baixista de uma das formações dos Mutantes e produtor de várias outras bandas nacionais, junta-se a Monique Gardenberg na direção artística do projeto, que terá uma avant-première no Rio de Janeiro, dia 15 de março. A turnê oficial começa em Porto Alegre (03/04), segue para o Rio de Janeiro (10/04), Recife (30/04), Fortaleza (15/05), Salvador (22/05), Brasília (05/06) e é encerrada em São Paulo dia 26 de junho.
Monique classificou a decisão da Nivea de homenagear o rock (ancorada com pesquisas feitas junto a seu público), como “uma escolha de atitude”. Também comentou a diferença de homenagear o rock, por este ter algumas fases bem marcadas, o que fará do festival “uma antologia do rock brasileiro”, e a dificuldade de fechar um repertório, respeitando o tempo médio de um show.

Tatiana Ponce, diretora de marketing da Nivea, ressaltou que a plataforma musical Nivea Viva foi pensada para um prazo de cinco edições, mas a adesão do público – e da própria matriz da Nivea, na Alemanha – já deixa em perspectiva a realização de pelo menos mais três edições.

Estrelas no rock e na publicidade

Na tarde desta terça-feira, todos os artistas que serão os intérpretes oficiais do Nivea Viva Rock Brasil gravarão o filme que divulgará o projeto na internet (o vídeo estará no ar a partir da primeira semana de março). Já a campanha nos demais meios estreia dia 15 de março, data da avant-première. São parceiros da Nivea na publicidade, FCB e Isobar.

Surgido em 2012 com o propósito de homenagear a cultura brasileira, o Nivea Viva prestou tributo, na primeira temporada de shows, à cantora Elis Regina, tendo como intérprete sua filha Maria Rita. Em seguida, foi a vez do maestro Tom Jobim, relembrado na voz de Vanessa da Mata. Em 2014, o projeto migrou das personalidades para um ritmo: o samba, que teve como intérpretes Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá. Ano passado, Ivete Sangalo e Criolo levaram multidões aos “bailes” animados pelas canções de Tim Maia – as 725 mil pessoas que assistiram às apresentações constituíram o maior público do Nivea Viva até hoje. A expectativa com o Nivea Viva Rock Brasil é de pelo menos empatar com o público do Nivea Viva o Samba, de 430 mil pessoas.

Mercado

“Tivemos de respirar de canudinho, mas passamos por ele”, comenta Tatiana Ponce sobre o que foi 2015. A executiva reconhece que foi um ano desafiador, em que o mercado de higiene e beleza teve uma retração após anos de crescimento a duplo dígito. Mesmo assim, garante ela, a Nivea cresceu no Brasil (não passa números, pois a matriz não os divulga por regiões).

“Temos uma marca forte e conseguimos sustentar nossos investimentos”, afirma, usando em seguida dados do Kantar Worldpanel para demonstrar esse crescimento: ano passado a marca chegou a 1,1 milhão de novos lares, o que a tornou a terceira marca em penetração em seu segmento.

Tatiana revela que houve quem tivesse questionado se o projeto Nivea Viva deveria seguir, num ano tumultuado como este, e sua resposta foi a de que é mais importante ainda que ele aconteça em um momento como o atual, com a marca ressaltando sua presença e trazendo alegria às pessoas.

“E que tudo o mais vá pro inferno”, acrescentaria o Roberto Carlos da época da Jovem Guarda, onde tudo começou por aqui.

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