Via Varejo compra participação no Distrito

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Via Varejo compra participação no Distrito

Com investimento, holding dona das Casas Bahia e Ponto Frio pretende ampliar o acesso ao universo de startups e acelerar sua transformação digital

Luiz Gustavo Pacete
9 de novembro de 2020 - 11h42

Gustavo Araújo, CEO do Distrito, Roberto Fulcherberguer, CEO da Via Varejo e Gustavo Gierun, sócio do Distrito (Crédito: Reprodução)

A Via Varejo, holding dona de marcas como Casas Bahia e Ponto Frio, anuncia nesta segunda-feira, 9, a compra de participação da empresa Distrito, um dos maiores ecossistemas de startups do Brasil com uma unidade de negócios especializada em transformação digital. “Nos conhecemos em uma reunião onde o objetivo não era ter uma sociedade, mas a partir de uma covnersa sobre como gerar valor para o ecossistema de startups surgiu essa possibilidade”, explicou Gustavo Araújo, CEO do Distrito, em coletiva de impresa, sobre o acordo com a Via Varejo.

Roberto Fulcherberguer, CEO da Via Varejo, afirma que o Distrito segue indepente. “Fizemos algumas aquisições neste ano e foram aquisições puras, mas mesmo nessas aquisições nosso objetivo é manter a independência e que se aproveite todo o ecossistema qe a Via Varejo gera. O objetivo é que eles sigam independentes. Vivemos um grande processo de transformação e agora queremos ir muito além do varejo e esta parceria permite várias possibilidades”, afirmou.

Na semana passada, conforme adiantou o Meio & Mensagem, a Distrito anunciou David Laloum como CSO e sócio se juntando a Gustavo Gierun, sócio e Gustavo Araújo, CEO e sócio do Distrito. A integração de Laloum ao time marcou uma nova fase da empresa que deve, a partir de agora, acelerar a agenda estratégica e de transformação de grandes empresas.

Laloum estava a frente da Y&R no Brasil desde 2016 e deixou a agência em outubro, em função do processo de fusão global entre Y&R e VML, que durou dois anos. “Fizemos uma série de parcerias com clientes da Y&R e sempre trocamos muito sobre tecnologia, inovação e estratégia de transformações de grandes empresas. Eu já fazia parte do board informal do Distrito, o que permitiu que essa transição acontecesse de forma muito natural”, explica Laloum.

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