Rock in Rio e Natura voltam a defender a Amazônia com Nave

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Rock in Rio e Natura voltam a defender a Amazônia com Nave

Ativação multissensorial ocorre pela segunda vez consecutiva no festival e visa conscientizar público acerca da preservação e valorização do território

Giovana Oréfice
19 de outubro de 2021 - 18h00

Primeira edição da Nave aconteceu no Rock in Rio 2019 (Crédito: Divulgação)

A Amazônia será, por mais um ano, o foco da “Nave – Nosso Futuro É Agora”. A atração foi apresentada pela primeira vez em 2019 — ano em que a última edição do Rock in Rio aconteceu — e ganhará uma nova edição no festival em 2022. A cocriação entre as duas marcas dará origem a uma experiência multissensorial durante os dias  2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro, na Cidade do Rock. A ideia é mobilizar os 100 mil visitantes diários a mergulhar no universo da floresta e, assim, atingir o propósito de mobilizar por um mundo melhor e mais bonito. 

“Depois da nossa estreia, em 2019, decidimos continuar por esse caminho e escolhemos a Amazônia como foco. Nós, na Natura, já temos um compromisso de mais de 20 anos com esse território mas, a partir dessa escolha, nos provocamos a olhar novamente pra Amazônia e acessar novas perspectivas”, diz Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura. Segundo ela, a iniciativa está sendo desenvolvida com base em informações coletadas em conversas com locais, como antropólogos, sociólogos, ativistas, artistas, representantes de comunidades parceiras, além dos próprios colaboradores da Natura na região. “A Natura possui uma imensa rede de consultoras, consumidores e parceiros, que estão preocupadas com os grandes problemas contemporâneos como a ansiedade, a intolerância, a desigualdade e a crise climática e também estão dispostos a se engajar em soluções para esses problemas”, completa. 

A parceria com o Rock in Rio, que viabilizou a criação da Nave, partiu da reflexão da Natura de potencializar o impacto positivo que a marca é capaz de gerar, tida no aniversário de 50 anos, comemorado em 2019. “Ela [a Nave] é um espaço de visibilidade e engajamento das pessoas para essas transformações que queremos ver no mundo. A ideia é que a cada ano ela seja inspirada em um tema diferente e proponha o engajamento em torno desse assunto”, aponta a diretora. 

Além disso, a marca idealizadora do festival também tem um histórico de mobilização por causas sociais e ambientais. Hoje, o Rock in Rio se posiciona como um agente cujo propósito é construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. “Temos investido cada vez mais na amplificação das conversas sobre como o ser humano pode mudar o mundo e gerar impacto positivo. No fundo, como a Nave já diz no nome, fala que o futuro é agora. A partir dela, pretendemos captar a atenção do público e provocar sobre o impacto que as nossas ações de hoje têm no futuro que estamos escrevendo juntos”, explica a VP do Rock in Rio, Roberta Medina. Nesse sentido, em 2013, o evento recebeu a certificação da norma ISO 20121 de eventos sustentáveis. 

A primeira edição do projeto aconteceu no Velódromo da Cidade do Rock e se consolidou como a maior projeção já feita na América Latina, com duração de 15 minutos em uma experiência de 5,4 mil metros quadrados. Para o ano que vem, ainda não foram divulgadas mais especificações sobre a próxima edição da iniciativa. “O processo de desenvolvimento dessa atração ainda está acontecendo. É uma jornada criativa que envolve profissionais de diferentes áreas da Natura, do Rock in Rio e especialistas convidados para a cocriação da Nave”, conclui Maria Paula. 

Velódromo da Cidade do Rock (Crédito: Ariel Martini/Divulgação)

*Credito da imagem de topo: audioundwerbung/iStock

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