Paramount cria banco de talentos de diversidade

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Paramount cria banco de talentos de diversidade

Hub quer reunir talentos de diferentes grupos minorizados socialmente e promover inclusão no audiovisual 

Carolina Huertas
7 de junho de 2022 - 13h42

 

(Crédito: Divulgação)

Com o objetivo de ampliar e incluir a participação de profissionais de grupos socialmente minorizados no setor do audiovisual, a Paramount lança o DE&I Hub. O projeto quer conectar talentos diversos do entretenimento, em todas as etapas de produção, ao conteúdo da Paramount e de marcas parceiras que estão buscando realizar trabalhos de produção com mensagens inclusivas.

André Furtado, diretor de trade marketing da Paramount, revela que a movimentação da empresa começou, na verdade, como um estudo para entender e aprender sobre o território de diversidade de um lado mais técnico, para além do lado criativo. Porém, o executivo conta que, durante o processo, a empresa percebeu que essa é uma questão muito profunda e plural, e sendo assim, impossível de ser compreendida e solucionada através de mapeamentos.

“O principal diagnóstico foi de que o assunto é algo muito variado, muito diverso e precisamos pausar para compreender mais. Assim, acabou nascendo essa faísca de que não precisamos resolver o problema em si, mas sim tentar criar modelos de inserção e inclusão”, explica.

A partir desta constatação, a empresa pensou como poderia trabalhar a questão sendo um produtor de conteúdo e assim nasceu a ideia do Hub, que se consolida como um banco de talentos.

“Queremos formar uma espécie de banco de talentos para quando sentirmos nos projetos a necessidade de plugar pessoas, podermos olhar pra esse banco e trazê-las. Desde maquiagem à iluminação, roteiro, direção etc. Não só paras nossas produções, mas eventualmente em produções junto com o mercado anunciante”, destaca o diretor.

Pelo hub, as marcas que desejarem produzir algum tipo de conteúdo para uma comunidade específica, poderá chamar pessoas dessa comunidade,para trabalhar com ela em toda a cadeia de produção.

“Não é só sobre a representação pela representação. Óbvio que as pessoas querem ver se ver, mas elas querem se ver da maneira adequada. E se ver da maneira adequada é se ver em toda a cadeia, desde escolher a roupa que a pessoa usa até escrever o diálogo que está ali na cena. Não é uma questão só de ter o ator ou atriz que representa aquele grupo”, complementa. Os interessados em participar do Hub podem inscrever seu currículo no site oficial do projeto.

“Queremos pessoas de religiões diferentes, de idades distintas, de regiões do País distintas. Queremos plugar pessoas do Brasil todo, talentos verdadeiramente diversos”, afirma Furtado.

Para divulgar a ação, foi criada uma campanha que traz os depoimentos da criadora de conteúdo Alina Durso; do estudante de artes cênicas e operador de teleprompter, André Job; da roteirista Erika Ferreira; da jornalista Gabriela Abrunheiro; do diretor executivo Gustavo Narciso; da a jornalista, escritora e roteirista Rosada Hermann; do publicitário, criador de conteúdo e apresentador da MTV, Spartakus; e da produtora de conteúdo Thaís Soria.

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