Uber encara segunda crise em menos de um mês

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Uber encara segunda crise em menos de um mês

Depois do #DeleteUber, dona do aplicativo está sendo acusada de sexismo e assédio sexual


21 de fevereiro de 2017 - 11h46

Menos de um mês após a Uber enfrentar uma crise global após ter supostamente se aproveitado das greves de taxistas de Nova York contra Donald Trump, e inspirado a criação do #DeleteUber, a empresa se vê em uma nova crise desde o último domingo, 19. A engenheira Susan Fowler, que deixou a Uber em dezembro do ano passado, escreveu um texto em seu blog acusando a empresa de assédio sexual e sexismo.

Em resposta, Travis Kalanick, CEO da Uber, emitiu declaração informando que as acusações de Fowler “vão contra tudo o que o Uber defende e acredita”. Kalanick ainda afirmou que pediu ao diretor de RH da empresa que conduza uma investigação sobre o caso.

As declarações de Susan motivaram a irritação de investidores do Uber como Chris Sacca e Jason Calacanics, além de Arianna Huffington que pediu, via Twitter, uma investigação sobre o caso. Ainda de acordo com Kalanick, a Uber é um lugar de “trabalho justo e não há lugar para esse tipo de comportamento”, escreveu.

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