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Spotify pode bater recorde em seu IPO

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Spotify pode bater recorde em seu IPO

Abertura de capital do serviço de streaming, conferência Rio2C e campanha do Snapchat estão entre os trends desta terça-feira, 3 de abril


3 de abril de 2018 - 8h30

Karon Conka em campanha da Avon (Crédito: Reprodução)

Começa nesta terça-feira, 3, o Rio Content Conference, ou Rio2C, novo evento sobre mercado de conteúdo que engloba, a partir deste ano, o Rio Content Market, acrescentando a ele diversas outras camadas de conteúdo. Uma delas é um dia de programação exclusivamente dedicada a marketing, mídia e comunicação, com curadoria de Meio & Mensagem e com painelistas como Daniela Cachich, Felipe Neto, Rodolfo Medina, Karol Conka, Ricardo John e Fatima Pissarra, entre muitos outros. Segue até o domingo, 8, na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, e  outros módulos que incluem nomes como Bruce Miller (criador de The Handmaid’s Tale), Ryan Kwanten (ator de True Blood), Mariela Besuievsky (produtora de O Segredo dos Seus Olhos), Elena Soarez (roteirista de O Mecanismo) e Chance Glasco (fundador da Infinity Ward, casa da franquia Call of Duty), além de programação de pré-estreias, pitchings, oficinais e shows. Acompanhe a cobertura completa aqui.

Nesta terça-feira, 3, o Spotify faz seu IPO na Bolsa de Nova York e analistas têm estimado que o serviço sueco de streaming de música pode valer de US$ 20 bilhões a US$ 25 bilhões em seu primeiro dia de venda de ações. Se a previsão se confirmar, poderá ser uma das maiores aberturas de capital da história: a chinesa Alibaba é a campeã, com uma abertura de US$ 25 bilhões em 2014. No ranking geral, é seguida por duas financeiras chinesas (ABC Bank e ICBC), uma telecom japonesa (DoCoMo), uma operadora de crédito americana (Visa), uma seguradora de Hong-Kong (AIA), uma energética italiana (Enel) e, finalmente, Facebook, a segunda empresa de tecnologia do top dez, que ainda inclui a americana General Motors (9º lugar) e outra telecom de Tóquio, a Nippon. O Spotify está fazendo uma abertura atípica, sem colocar ações novas no mercado, mas oferecendo a eventuais investidores sua história e propósito para fazerem suas ofertas. Como referência, há a base de usuários de cerca de 157 milhões de pessoas, a receita crescente, entre € 4,9 bilhões e € 5,3 bilhões em 2017, e o prejuízo acumulado de € 1 bilhão desde 2015. Outros fatores a influenciarem é a volatilidade do mercado, que tem derrubado ações de grandes empresas de tecnologia recentemente, como Amazon, Facebook e Tesla.

Uma reportagem do Buzzfeed descobriu que o Grindr — aplicativo de encontros destinado a gays e bissexuais — tem compartilhado informações sobre testes de HIV de seus usuários com as desenvolvedoras Apptimize e a Localytics. Um pesquisador da ong norueguesa Sintef apontou ainda que o serviço tem comercializado dados como nome, localização e e-mail do usuário, e até mesmo número de celular. O Grindr afirmou que as empresas parceiras apenas colaboram em funções de otimização e que os dados de clientes não sofrem riscos. Em meio ao escrutínio público que o Facebook vem sofrendo a respeito de proteção de dados, o pauta pode escalar.

O Snapchat começou nesta semana sua primeira campanha em televisão, na qual tenta provar ao mundo que o aplicativo é “Um novo tipo de câmera”, e não exatamente uma plataforma social. Além do filme (veja a seguir), que está sendo exibido nos Estados Unidos e em alguns países europeus, o mercado americano também conta com uma estratégia digital com um apelo didático para ensinar a mexer no app. A campanha vai ao ar não por acaso um ano depois do IPO da plataforma, e na esteira de acontecimentos recentes que voltaram a colocar a companhia de Evan Spiegel sob holofote. Nem sempre positivos: nos últimos meses, a empresa demitiu mais de 200 pessoas, incluindo uma centena de profissionais da área de publicidade nos EUA. E no Dia da Mentira, a empresa colocou no ar um filtro que se assemelha a um perfil de Facebook, em que o usuário aparenta ter problemas com espiões russos (em menção indireta às polêmicas envolvendo fake news). A pegadinha revela haver ainda nervos expostos quanto à batalha por usuários que fez a empresa de Mark Zuckerberg copiar abertamente funções do concorrente em sua plataforma Instagram.

Falando em Facebook, o diz-que-me-diz entre a plataforma e a Apple poderia ter ficado na miúda, caso Mark Zuckerberg não tivesse respondido ao comentário de Tim Cook que ele nunca estaria na situação do colega. O CEO da plataforma social falou que o executivo da Apple foi “simplista” e “pouco alinhado à verdade”. O fato é que o comentário de Tim ao Recode na semana passada pode ter sido uma ótima oportunidade para lembrar o quanto à Apple é comprometida com a privacidade de clientes, tendo em seu histórico um grande imbróglio com a poderosa polícia federal americana, que queria acesso à tecnologia de desbloqueio de um iPhone suspeito de ter sido usado em um ataque terrorista em 2016.

E lembre-se: ao sentir tremores no decorrer do dia, há duas possibilidades plausíveis. Primeiramente, repetições do terremoto que ocorreu na Bolívia, com pequenos — e inofensivos — reflexos no Brasil, como chegou de fato a acontecer em diversas cidades brasileiras nessa segunda-feira, 2. Se não for o caso, procure por torcedores de futebol fanáticos nas redondezas: hoje ocorre um dos maiores clássicos da Champions League, com o enfrentamento entre Real Madrid e Juventus. Jogo de ida pelas quartas-de-final da competição ocorre na Itália, às 15h45 de Brasília, com transmissão da Globo e do Esporte Interativo.

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