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Qual é o impacto do storytelling para as marcas?

Estudo da Lukso sobre o tema indica que histórias tendem a gerar engajamento nas redes sociais e até mesmo resultar em conversão de vendas


30 de maio de 2022 - 13h51

O ato histórico de contar histórias é hoje uma ferramenta importante para a publicidadade. O levantamento “Para onde vai esse tal de storytelling?”, da Lukso, agência especializada em narrativas de marca, mostra a relevância da estratégia para se conectar com os consumidores e gerar algum tipo de engajamento com eles. A pesquisa registrou que 88,8% concordam que as marcas são boas em contar histórias. 

 

Consumidores classificam serem os mais adequados para contar histórias das marcas (Crédito: Patpitchaya/shutterstock)

Ao todo, foram entrevistadas 500 pessoas de diferentes gêneros, na faixa etária entre 18 e 45 anos e pertencentes às classes sociais A e B da cidade de São Paulo. Desse público consultado, 77% afirmaram que o consumidor é quem melhor pode contar uma história de marca, seguidos de funcionários (38,8%), diretores da própria empresa (20,2%) e influenciadores e celebridades (16,8%). 

Quando o assunto é conteúdo, quase a maioria (97,6%) entende que histórias reais são as mais relevantes quando a estratégia é aplicada, valorizando a verdade e autenticidade.  A constatação é válida para personagens, eventos, sucessos e até mesmo fracassos reais. Além disso, as histórias chamam mais a atenção dos consumidores quando são inspiradoras (43,8%), emocionantes (19,8%) e informativas (13,0%). Ainda, os consumidores valorizam a diversidade. 65% disseram que ainda estamos distantes da verdadeira representatividade no storytelling. 

É importante ressaltar que os feed de redes sociais são considerados o “novo cenário das grandes histórias”, conforme pontua a Lukso. 88,4% dos entrevistados estão presentes nas redes sociais quatro ou mais vezes por semana, com destaque para o grupo que fica entre os 34 e 45 anos (87,4%). 79,4% tem preferência de ver os conteúdos por meio de vídeos curtos. 

Quando impactados por uma narrativa de marca, os consumidores tendem a segui-la nas redes sociais (66,4%) e compartilhar o conteúdo (63,0%). Já 56,6% consideram adquirir produtos da marca, enquanto 14,8% o fazem imediatamente.

Em relação àqueles que pretendem consumir histórias de marcas em 5 anos, 89,2% constataram que irão fazer isso pelo celular. Ainda na linha de longo prazo, 47,4% entendem que contar histórias são tendências para as marcas, enquanto 25,2% entendem que essa é uma necessidade/obrigação das empresas.

 

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